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A joia do budismo no Tibete: conheça o Palácio Potala | Qual Viagem Logo

The potala palace,in Tibet of China

A joia do budismo no Tibete: conheça o Palácio Potala

16 de outubro de 2018

Empoleirado sobre a Montanha Vermelha, a mais de 3 mil metros de altitude, o Palácio Potala está bem no coração de Lhasa, capital do Tibete, na China.

Fundado no século VII, o local é o principal símbolo do budismo tibetano e antiga residência de Dalai Lama, antes do seu exílio na Índia, em 1959. O complexo é composto pelos “palácios Branco e Vermelho”, além de diversos edifícios auxiliares, que são divididos e interligados. A parte principal é o palácio Branco, que mede cerca de 320 metros e é onde está o salão cerimonial com o trono e os aposentos pessoais de Dalai Lama.

Foto via iStock por Rat0007

Foto via iStock por Rat0007

Já na parte Vermelha da construção ficam as estupas – monumentos construídos sobre os restos mortais de pessoas importantes dentro da religião budista – dos antigos líderes e diversas capelas de oração. A sepultura do 13º Dalai Lama, por exemplo, possui mais de 14 metros de altura, um pagode com mais de 200 mil pérolas e diversos itens de porcelana e ouro adornando sua tumba.

Ainda há o Palácio Encarnado, onde o foco consiste em estudos e orações budistas, com diversas galerias diferentes, capelas e bibliotecas.

Além do tamanho de todo o conjunto de edifícios, o que chama atenção na beleza arquitetônica é a riqueza nos detalhes minuciosos. São mais de 600 murais, carpetes tibetanos, estátuas religiosas com detalhes em ouro e prata, porcelanas, miniaturas feitas com pedras preciosas e muitos outros tesouros.

Foto via iStock por Hung_Chung_Chih

Foto via iStock por Hung_Chung_Chih

Recentemente, parte do palácio passou por uma reforma, na qual foram investidos mais de 30 milhões de yuans – cerca de 4,5 milhões de dólares. Hoje, Potala é um dos pontos turísticos mais visitados no Tibete, além de ser um lugar de culto e adoração, que atrai milhares de visitantes diariamente. A UNESCO declarou o Palácio como parte do Patrimônio Mundial devido à beleza, à originalidade e por ser símbolo do budismo.

Texto por Carolina Berlato

Imagem Destacada via iStock por hxdyl

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