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Vida marinha é atração em Abrolhos

30 de março de 2016

No litoral extremo sul da Bahia, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos possui área de cerca de 91.300 hectares. Estão dentro dos limites do parque cinco ilhas, mas, apesar disso, só é permitido o desembarque em uma delas, a Siriba. Ao desembarcar, os visitantes percorrem uma trilha de 1.600 metros que circunda a ilha. Centenas de pequenas conchas e corais se acumulam em sua ponta sudoeste, formando uma espécie de praia. A outra extremidade é formada por piscinas naturais que abrigam peixes coloridos e outros organismos marinhos.

As maiores atrações, portanto, ficam na água. Nos mergulhos podem-se apreciar os recifes e toda a fauna marinha. A observação de baleias jubarte, entre julho e novembro, é a grande diversão dos passeios de barco. Além das ilhas, o parque comporta também o Parcel dos Abrolhos, onde podem ser vistas as formações coralíneas típicas da região – os chamados chapeirões, grandes estruturas de coral em forma de cogumelo com alturas entre cinco e 25 m e diâmetros de cinco a 50 m -, e o Recife de Timbebas, que preserva uma amostra significativa do arco costeiro de recifes e está localizado em frente ao município de Alcobaça.

Foto por IStock/ OSTILL

Foto por IStock/ OSTILL

Toda esta rica fauna atraiu Charles Darwin a visitar o arquipélago para realizar alguns estudos em 1830. Segundo ele, as ilhas dos Abrolhos, vistas de uma certa distância, são de um verde brilhante. A vegetação consiste de plantas suculentas e graminea, entremeadas com alguns arbustos e cactos. Embora pequena, a coleção de plantas de Abrolhos contém quase todas as espécies que ali florescem.

Pássaros da família dos totipalmados são extremamente abundantes, tais como atobás, rabos-de-palha e fragatas. Talvez o mais surpreendente seja o número de sáurios; quase todas as pedras têm o seu lagarto correspondente, aranhas em grande número e o mesmo com ratos. O fundo do mar em volta é densamente coberto por enormes corais cerebriformes (corais pedrentos, solitários, de aparência semelhante ao cérebro).

Para visitar a região, mergulhar e observar as baleias há passeios de barco com duração de um dia inteiro. Quem pretende praticar o mergulho em diferentes pontos, o melhor é optar pelas embarcações que permitem pernoite. Na alta temporada, é recomendável fazer reservas com antecedência. Já na baixa, os passeios só acontecem se houver um mínimo de dez pessoas.

Fonte: ICMBIO

Foto destaque por pixabay.com / CC0 Public Domain

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