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Planeta surreal

25 de julho de 2016

Há lugares que tornam o planeta surreal.  Alguns, nem mesmo a imaginação mais criativa conseguiria conceber. Conheça agora algumas  maravilhas da natureza de fazer inveja a até um gênio surrealista como Salvador Dali.
  1.  Cavernas de gelo Skaftafell  ( Islândia )  

Ao sul da Islândia, a caverna de gelo Skaftafell é parte da atração do Parque Nacional de Vatnajokull. Localizada na lagoa  congelada da geleira Svivefellsjpkull, a caverna se formou a partir do derretimento da superfície do gelo causado pela chuva. A água penetra no interior da caverna por fendas da geleira e cria um incrível efeito colorido causado pela ausência de oxigênio.  O gelo absorve praticamente toda a luz e promove o belo efeito azul.  O inverno é a época mais indicada para se conhecer esse fenômeno, em especial após longos períodos de chuva.

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A entrada da caverna de gelo Skaftafell tem aproximadamente seis metros de altura, no entanto, a medida se reduz para até pouco menos de quatro.FOTO: ©ISTOCK.COM / GOLFER2015

 

  1.  Antelope Canyon  ( USA )

O Antelope Canyon, no Arizona, Estados Unidos,  é formado por dois cânions: o Upper Antelope Canyon (superior) e o Lower Antelope Canyon (inferior), este, abaixo do nível do solo (o acesso é feito por escada). Localizado em terras indígenas, as ondas do Antelope Canyon é resultado do processo de erosão por enchentes e por um processo chamado de subtérreo (terra acima da superfície).

FOTO: ©ISTOCK.COM / LUCKY-PHOTOGRAPHER

Upper Antelope Canyon: dependendo da época e do horário do dia os raios de luz no interior do cânion oferecem efeitos fotográficos espetaculares. FOTO: ©ISTOCK.COM / LUCKY-PHOTOGRAPHER

 

  1.  Salar de Uyuni  ( Bolívia )

O  imenso deserto de sal de mais de 10 mil km² foi formado pela evaporação de antigos lagos a 3.600 metros de altitude localizados na  pequena cidade de Uyuni, no departamento de Potosi. O Salar de Uyuni é a maior planície de sal do mundo. A viagem de quatro dias de duração termina na fronteira com o Chile, próximo ao Deserto do Atacama. Em Colchani, o sal é utilizado em trabalhos artesanais. Há ainda um pequeno museu.

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Cenário de lindas imagens, cujo asfalto é uma imensa placa branca de sal, estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal. FOTO: ©ISTOCK.COM / PABLISCUA

 

  1.  Pulpit Rock  ( Noruega )

O caminho até o topo desse imenso paredão vertical de 604 metros de altura sobre o Lysefjord é bem demarcado. São quatro  quilômetros de trilha entre subidas íngremes e terrenos ondulados, alguns trechos forrados de madeira, outros de escada de pedra. Mas o final da caminhada compensa. Diante dos olhos, sobre a Pedra do Púlpito, um imenso platô praticamente todo plano, a vista panorâmica das águas que contornam rochas e serpenteiam por entre as paredes de centenas de metros de altura.

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Pulpit Rock, em Stavanger, na Noruega. FOTO: ©ISTOCK.COM / SERGEY ALESHIN

 

  1.  Cuevas de Marmol  ( Chile )

As Cavernas de Mármore, ou, as surpreendentes Cuevas de Marmol, se encontram no lago General Carrera, em Puerto Rio tranquilo, na Patagônia. Essa rara escultura da natureza é compartilhada pelo Chile e pela Argentina. O mármore da caverna, corroído  pela água, foi transformado em cavidades e grutas, gerando diferentes tonalidades de cor: existem bancos brancos, de pureza elevada, e bancos de mármore azul e rosa devido à presença de outros minerais. A Catedral de Mármore, ao lado da Capela de Mármore, é composta de carbonato de cálcio.

FOTO: ©ISTOCK.COM / XAVIER ARNAU

Caverna de Mármore: quando o nível do lago está baixo, as cavernas se tornam acessíveis em pequenos barcos. FOTO: ©ISTOCK.COM / XAVIER ARNAU

 

  1. Dead Valley (Namíbia)

O deserto de Namíbia é o mais antigo do mundo: existe há 80 milhões de anos. Cerca de 900 anos atrás a areia das dunas mais altas do mundo (a altura máxima varia entre 300 e 400 metros), bloquearam o acesso de água para o vale e a forte seca permaneceu na região por longo tempo. O nome de “Vale da Morte” vem daí: na parte inferior do lago seco, raízes de árvores se destacam a partir do solo, coberto com camada de sal e argila. Os fósseis de árvores de acácia criam uma paisagem única contra o pano de fundo das dunas de areia vermelho-alaranjado. A cor da areia vem do elevado teor de ferro em sua composição.

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Vale da Morte: durante o verão não há vento e a temperatura atinge 50 ° C na sombra. Devido ao fator climático, as árvores secas do local não se decompõem há séculos. FOTO: ©ISTOCK.COM / GEWILDNATUURFOTOGRAFIE

 

7.  Pamukkale  ( Turquia )

Palavra turca que significa “castelo de algodão”, Pamukkalle é um conjunto de piscinas termais de origem calcária que, com o passar dos séculos, formaram bacias gigantescas de água que descem em cascata numa colina. A aparência de algodão vem do  derramamento de carbonato de cálcio provocado por áreas térmicas abaixo do solo. O mineral se solidifica como mármore travertino. No sol escaldante, o branco do travertino se contrasta com as águas azuis em cada bolsão. A área possui 2.700 metros de comprimento, 160 metros de altura, e 600 metros de largura. Existem vários níveis de terraços e em quase todos as piscinas de água atingem temperatura média de  40ºC, durante o verão.

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É permitido o passeio descalço pelo local e com as pernas descobertas. As águas de Pamukkale são indicadas para doenças nervosas, de pele e do coração. FOTO: ©ISTOCK.COM / SERGHEI STARUS

 

8. La Laguna de los Clicos  ( Espanha )

Na ilha de Lanzarote, na Espanha, o contraste entre as paisagens de lava negra,  mar e o verde da Laguna de Los Clicos dão ao local aspecto de paisagem lunar. Situada no Golfo, município de Yaiza, no Parque Nacional dos Vulcões, o anfiteatro aberto ao mar foi formado após a erupção vulcânica de 1730. A pequena lagoa  é parte da cratera de um vulcão e sua tonalidade verde-esmeralda, causada pelo fitoplâncton sobre sua superfície,  varia de acordo com a luz do dia.

As olivinas, pedras semi-preciosas encontradas nas imediações, são usadas por artesãos locais na confecção de  jóias.

As olivinas, pedras semi-preciosas encontradas nas imediações, são usadas por artesãos locais na produção de artesanato.

 

 9. Aurora Boreal  ( Noruega )

A aurora boreal pode ser vista principalmente sobre os céus da Islândia, em grande extensão do Alaska, do Canadá e da Sibéria (na Rússia). Tromso, na Noruega, é conhecida como a “capital da aurora boreal. A cidade reserva um dos espetáculos naturais mais bonitos do mundo, principalmente no inverno, entre outubro e março, quando as noites são mais longas que os dias. A aurora boreal deriva de rajadas de ventos solares atraídas pelo campo magnético da terra. Uma parte dessa energia é canalizada para os polos e ao entrar em contato com o ar, a radiação sofre mudança de direção. Em vez de ir exatamente para o polo norte e para o polo sul magnético, ela se espalha por uma região ovalada ao redor deles. O contato dos ventos solares com os gases da atmosfera libera diversas cores: verde, devido ao oxigênio, vermelho quando reage com o nitrogênio e azul, do hidrogênio.

Milhares de turistas chegam a Noruega ávidos por ver o céu repleto de cores brilhantes.

Milhares de turistas chegam à Noruega ávidos por ver o céu repleto de cores brilhantes.

10. O jardim de kawachi fuji, no Japão

Um incrível túnel formado por 150 pés de glicínias chinesas na cidade de Kitakyushu, no Japão, atrai milhares de visitantes todos os anos entre abril e meados de maio, quando suas cores e perfume estão em evidência.  As árvores, de 20 espécies diferentes, formam túneis encantadores, compostos por diversas tonalidades de flores e plantas que escorrem do teto.

Conhecida como "flor da ternura", as flores da Glicínia nascem em cachos e se espalham por toda a extensão do jardim Kawachi Fuji.

Conhecida como “flor da ternura”, as flores da Glicínia nascem em cachos e se espalham por toda a extensão do jardim Kawachi Fuji.

 

 11. Vatnajokull – Islândia

Aproximadamente 8% da Islândia é ocupada pela geleira de  Vatnajokull: são 8.100 km², a segunda maior calota de gelo da Europa em área e a maior em volume: a espessura do gelo pode atingir os 1000 metros. Em muitos dos glaciares da Islândia existem vulcões. O derretimento do gelo muda constantemente sua formação. Em geral, quando a água reage com o enorme fluxo de gelo.  No entanto, as erupções frequentes geraram um verdadeiro coquetel telúrico na região: água, gelo, terra, fogo, lava e vento se confrontam na tentativa de predomínio.

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O solo das cavernas em geral é uma mistura de neve e cinzas vulcânicas e no inverno, a temperatura pode atingir até -12º C. Em Vatnajokull, a natureza se modifica,modifica, inventa e se autodestrói a todo instante. FOTO: ©ISTOCK.COM / ANNA OMELCHENKO

 

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