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O sal da terra em Cabo Verde | Qual Viagem Logo

Foto por Turismo de Cabo Verde

O sal da terra em Cabo Verde

28 de fevereiro de 2020

Sal e sol. Essa é a proposta deliciosa para quem visita a Ilha do Sal em Cabo Verde, localizada a 570 quilômetros da costa senegaleza. Com voos diretos de várias capitais do Brasil, a Cabo Verde Airlines quer transformar o aeroporto local em Hub rápido para quem visita a Europa. Confira nossas dicas:

Foi a partir da Ilha do Sal que Cabo Verde come­çou a despontar para o turismo, principalmen­te no inicio da década de 60. Naquela altura a famosa praia de Santa Maria era ainda um privilégio de poucos, mas hoje é o paraíso preferido de milha­res de turistas que anualmente visitam o país, e uma imagem obrigatória em qualquer postal turístico das 10 ilhas que formam o belíssimo arquipélago. A Ilha está ganhando fama entre os viajantes. Com os fortes investimentos da cia aérea do país, a Cabo Verde Air­lines, o Brasil passa a ser uma mercado emissivo cres­cente, isso porque Salvador, Recife e Fortaleza, que já operavam voos para lá, tem agora a companhia de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, que entrou para a lista de destinos brasileiros com voos diretos para a Ilha do Sal.

Foto por Turismo de Cabo Verde

Foto por Turismo de Cabo Verde

Do primeiro hotel e agora resort, o “Morabeza”, a ilha passou a acolher o maior número de empreen­dimentos hoteleiros do país e é também a maior porta de entrada de turistas que chegam a Cabo Verde. Um exemplo desse rápido crescimento foi a abertura do Hotel Hilton há pouco mais de 02 anos, que está trazendo um fluxo de novos clientes para Cabo Verde e mudando o comportamento do fluxo de turistas para essa importante ilha do país. O hotel oferece a melhor e mais completa estrutura da hote­laria local. Além disso, oferta serviços de hospedagem com café da manhã, sem obrigar o visitante a ficar preso ao esquema “tudo incluído”, praticado ali pela maioria dos hotéis à beira-mar.

Com a demanda turística, cresceu também o inves­timento privado estrangeiro no setor. Italianos, portugueses, ingleses, espanhóis e muitos cidadãos da costa ocidental africana fazem com que esta ilha te­nha uma identidade multicultural. Por isso mesmo é também conhecida como a ilha “mais europeia” de Cabo Verde, mas onde prevalece muito daquilo que é o ser e o viver do cabo verdiano.

DESCENDO NA LUA

Quando o avião começa a se aproximar do solo, a impressão é de que você está pousando na Lua, em função das terras secas e de tom castor que elas têm. Num contorno mágico as ilhas, todas de ori­gem vulcânica, despontam de forma grandiosa no meio do oceano Atlântico, como se fosse uma mági­ca, e um presente da natureza.

Naquele altíssimo mar, as águas mornas e azuis lambem as praias de areia branca a perder de vista no horizonte, umas desertas, outras quase virgens, e al­gumas em estado puro! Águas cálidas, translúcidas, por vezes de um azul turquesa que nos faz lembrar verdadeiras pedras preciosas.

Já imaginou mergulhar com peixinhos ou com os inofensivos tubarões martelo e deixar o corpo ir ao sabor das ondas? Tudo isto enquanto o sol brilha, pra­ticamente 365 dias por ano. Em Cabo Verde são as “Ilhas do Sol”, para quem não dispensa momentos únicos à beira mar ou longas caminhadas pela areia, enquanto apanha conchinhas. Se preferir, também pode surfar, empinar uma pipa ou aventurar-se no windsurf ou kitesurf. Não há limites no paraíso, é só usar a imaginação e as atividades não faltam para quem é apaixonado pelo sol e pelo mar. Na Ilha do Sal um bom livro será sempre uma boa companhia!

Foto por Turismo de Cabo Verde

Foto por Turismo de Cabo Verde

Para qualquer turista que a visita, a programação principal é sempre a mesma: a praia. E como enjoar de um mar de águas mornas e de dias ensolarados é tarefa quase impossível, está tudo certo. Confira al­gumas atrações imperdíveis pra se fazer estando na Ilha do Sal.

O arquipélago é na verdade um pequeno país afri­cano, banhado pelo Atlântico, que vem atraindo cada vez mais turistas graças à hospitalidade do seu povo. Em todo o país são nada menos que 600 mil habitantes, pouco menos que a cidade de Ribeirão Preto localizada no interior de São Paulo.

Cabo Verde é mais ocidentalizado do que o resto do continente africano e as instalações para os viajantes são, em geral, melhores. A música fantástica e cheia de alma e os mercados movimentados em todas as cidades são sinais claros de que você não está longe da costa africana, muita coisa inclusive lembra o Bra­sil. Quando estamos próximos às praias parece mui­to com Salvador, quando entramos interior adentro parece muito com as cidadezinhas de Minas Gerais.

A tradição musical é mais viva na Ilha de São Vicen­te, onde Cesária Evora tornou-se uma espécie de em­baixadora da cultura cabo verdiana para o mundo. Morna, Funaná e Batuque estão entre os ritmos mais famosos do país.

No total são 10 ilhas que formam o país. Cada uma delas possui um conjunto diferente de atrações e razões para visitar. Mas, afinal de contas, qual é a melhor ilha para visitar em Cabo Verde? Depende da­quilo que você procura. A primeira resposta seria a Ilha do Sal, mas, caso pretenda conhecer o país mais a fundo, recomendamos que viaje também para al­gumas das outras ilhas.

As ilhas são quentes e ensolaradas durante todo o ano e com poucos períodos de chuva. Para os prati­cantes de windsurf, os melhores meses são janeiro e fevereiro, enquanto os mergulhadores encontrarão as águas mais calmas e a visibilidade máxima de junho a novembro. Para os caminhantes, as ilhas montanho­sas são significativamente mais bonitas durante e logo após a estação chuvosa que vai de julho a outubro. A maior precipitação é geralmente em agosto e setem­bro, mas nada que impeça qualquer atividade turística.

Foto por Turismo de Cabo Verde

Foto por Turismo de Cabo Verde

Praia de Santa Maria com ondas azuis e areia clara

É em frente ao burburinho de Santa Maria que está a praia mais badalada – e não só por causa da infraestru­tura, mas também em função do primor da natureza.

As águas são transparentes e mornas, e basta ultra­passar as ondas para aproveitar um mar calminho. É aqui também que você poderá ver os pescadores negociando pela mercadoria ainda fresca, no píer que fica no final da praia à esquerda depois do hotel tradicional Morabeza.

Sinta-se no Mar Morto nas lagoas da Pedra Lume

A povoação de Pedra Lume, um pequeno bairro mais afastado da zona turística, abriga as mais be­las salinas de Cabo Verde. O acúmulo dos níveis de sal no solo e na água resultam de uma antiga cratera vulcânica que foi inundada pela água do mar crian­do várias lagoas. Parar na povoação de Pedra Lume também pode ser uma boa opção. Há várias casas coloridas tradicionais, uma igreja encantadora, um pequeno mirante de onde se avistam pescadores e a população local que comercializa enormes pedras de sal como se fossem artigos de decoração.

O abundante sal, que viria a dar nome à ilha, foi extraído praticamente todo da região da Pedra Lume. A localidade que fica a 26 km de Santa Maria, mais ou menos meia hora de carro, abriga salinas forma­das na cratera de um antigo vulcão. Fora o vislum­bre do cenário tão atípico, com direito à visão do ma­quinário do século 19, a maior atração é entrar nas lagoas e flutuar como se estivesse em pleno Mar Mor­to. Como a quantidade de sal é muito alta, boiar natu­ralmente é tarefa facílima. Segundo os guias, o ideal é banhar-se por no máximo 30 minutos. O mergulho nas águas produz efeito esfoliante na pele. Depois de fazê-lo o ideal é tomar uma ducha de água doce para tirar o excesso de sal. Sinceramente um passeio que recomendo. São € 5 para entrar nesse parque que oferece uma pequena loja com produtos típicos, vestiários e uma lanchonete para comer um lanche ou bebericar algo. O banho de água doce dura 40 segundos e custa € 1.

Foto por Istock/ JJS-Pepite

Foto por Istock/ JJS-Pepite

A partir de Santa Maria, o jei­to mais fácil de chegar até Pedra Lume é de carro alugado ou de táxi. Caso prefira, as agências que or­ganizam um day tour pela ilha (cerca de € 40 por pessoa) costumam fazer das salinas uma de suas pa­radas. Do Mar Morto, os cabo-verdianos importaram também “a forma de vender” as salinas. Para além de tomar banho nas águas salgadas, é possível fazer máscaras de lamas e massagens.

A cratera é magní­fica e mesmo que não queira juntar-se às multidões, vale a pena visitá-la. Para aqueles que nunca foram ao Mar Morto, esta é uma excelente oportunidade para experimentar a salinidade das águas e assim passar uma boa tarde na ilha. É fácil adivinhar qual foi a indústria principal da Ilha do Sal. A maior parte do sal extraído no século 19 foi exportada para o Bra­sil; hoje o sal é extraído principalmente para os turis­tas levarem para casa e para uso local. A Ilha do Sal é agora um destino turístico popular, tendo o principal aeroporto internacional em Cabo Verde.

Quando visitei pela primeira vez Cabo Verde e estive por aqui, há exatos 21 anos atrás, não havia sequer estacionamento. Principalmente nas duas últimas dé­cadas, temos visto um crescimento da infraestrutura do país. Ampliação das estradas, melhoria dos aero­portos, novas atrações como barzinhos, restaurantes e até um cassino, que antes não existiam na Ilha do Sal.

O espetáculo do Olho Azul em Buracona

Essa era também uma região desprovida de servi­ços em Cabo Verde. Quase não existia infraestrutura turística. Atualmente transformada em um parque, as piscinas naturais se formam em meio às formações rochosas de origem vulcânica que são o convite per­feito para um banho refrescante. No entanto, o atra­tivo principal de Buracona é o Olho Azul. Numa gruta, a incidência da luz solar causa um reflexo surpreen­dente. Fique atento, pois o efeito ocorre somente nos horários entre 10h e 12h. Como o próprio nome já indica, faz lembrar um olho azul.

Foto por Istock/ Dennis Gross

Foto por Istock/ Dennis Gross

No local, há ainda um jardim tropical com plantas nativas das outras ilhas que formam o arquipélago. Pra completar tem um mirante suspenso entre as pedras de onde se avis­ta o vai e vem das ondas explodindo nas enormes rochas de origem vulcânica, formando uma piscina de cor verde clara. Buracona é uma piscina natural de lava, onde a água do mar entra e cria lugares encan­tadores. Lá o visitante encontrará um restaurante, uma lanchonete, uma enorme loja de souvenirs onde pode comprar artesanatos feitos com pedras de sal, ou camisetas com motivos africanos.

Molhe de Santa Maria e seu centrinho turístico

O molhe de Santa Maria é o local ideal para contem­plar a praia homônima. Este é o local onde no início e no final do dia os pescadores se juntam para arran­jar e remendar as redes. Mais tarde, as redes e os barcos voltam repletos de atum, corvinas, sardinhas, ro­balo e outros para o deleite da maioria dos restau­rantes da cidade, que oferecem peixes frescos sempre em seus cardápios. Cabem às mulheres venderem as capturas do dia. Banhada pelo sol, dona de um mar azul esmeralda e de praias de areis douradas, a praia é o destino mais visitado do país. Complete a sua visita caminhando pelas ruelas que tem dezenas de lojas, comandadas em sua maioria por senegaleses.

Foto por Cláudio Lacerda Oliva

Foto por Cláudio Lacerda Oliva

No Sal, especialmente na praia de Santa Maria, o mar é mais tranquilo e convida a um mergulho a cada vez que o contemplamos. São cerca de 3 km de praia de areia branca e mar translúcido, permitindo vislumbrar formações rochosas no seu fundo. O azul turquesa das águas confunde-se com o azul celeste do céu e a paisagem não deixa ninguém indiferente, nem os viajantes pouco amantes de “sol e praia”. Foi isso que nos aconteceu.

Jovens saltam para o mar, fazendo as delícias dos turistas, e deixando-nos com uma vontade enorme de os imitar. Enquanto correm, de um extremo ao outro do molhe, transbordam vivacidade e alegria. Mas Santa Maria tem muito mais. Tem restaurantes, cafés, bares, lojas de artesanato, sorveterias e tudo aquilo que o turista procura. Esta é a única ilha de Cabo Verde em que existe uma cidade turística.

Para completar o seu passeio, visite ainda o bairro de Palmeira onde você comer um dos mais frescos pescados da cidade, percorrer as ruelas de parale­lepípedo de um porto pesqueiro e deliciar-se com os pratos do Restaurante Gata Fish, um dos mais reco­mendados do Tripadvisor.

Faça um tour no surpreendente pequeno deser­to Terra Boa e veja as malucas miragens ou ainda per­mita-se mergulhar e fotografar os tubarões marte­lo e seus filhotes inofensivos no Shark Bay. Todo esse roteiro você contratar com a Morabetur – agência especializada em turismo e receptivo na Ilha do Sal, aliás, umas das mais bem avaliadas da ilha. É princi­palmente uma ilha plana e arenosa, com os ventos alísios no inverno transformando-a numa Meca para os surfistas. Há sol quase todos os dias e por isso as praias de areia branca também estão cheias. A Ilha do Sal é a mais animada do arquipélago e uma das que possui mais ofertas de hotéis de qualidade.

A Ilha do Sal é a mais conhecida e famosa, por exem­plo, por possuir mais locais de diversão noturna. Se, pelo contrário, pretende umas férias mais sossegadas, em família, deverá optar pela Ilha da Boavista. Ambas, Sal e Boavista possuem bons hotéis e boas ligações com as restantes ilhas. Tenha em atenção que, embo­ra possa também ficar alojado em qualquer uma das outras ilhas do arquipélago, os hotéis são, regra geral, de menor qualidade comparados com os que pode encontrar na Ilha do Sal e na Ilha da Boavista.

Outras ilhas que valem a visita Ilha do Fogo

A Ilha do Fogo é a mais proeminente de todas as ilhas de Cabo Verde, com uma altitude máxima de 2.900 metros acima do nível do mar. O famoso vul­cão Pico de Fogo é a principal atração e pode ser escalado em cerca de seis horas, usando a cidade de Chã de Caldeiras como ponto de partida. A última erupção ocorreu em 2014 e a partir de lá a ilha tor­nou-se muito atrativa em termos de agricultura. Nela se cultivam uvas que dão bons vinhos, café dos mais puros da África e legume e frutas em abundância em razão da riqueza de nutrientes do solo.

Foto por Istock/ Raul Rosa

Foto por Istock/ Raul Rosa

A maior cidade da ilha é São Filipe, que é a quarta maior cidade de Cabo Verde e também o lar de um dos principais aeroportos do país. As praias da ilha são impressionantes e vale a pena explorá-las.

Ilha da Boa Vista

Se outrora os cartões postais de Cabo Verde eram coroados pelas paradisíacas praias da Ilha do Sal, nos últimos anos, a Ilha da Boa Vista tem-se afirmado, também, como um dos destinos preferidos dos turis­tas que procuram desfrutar dos encantos que o “sol & mar” têm para oferecer. Descoberta em maio de 1480, a Ilha da Boa Vista guarda uma história rica em cultura e tradições, como a tecelagem, a cerâmica, a música e a literatura, para além das belas praias de areia branca, que se estendem ao longo de 55 quilô­metros e que oferecem uma diversidade de esportes náuticos, do mergulho à descoberta dos tesouros de navios afundados e encalhados, ao windsurf.

Foto por Istock/ Iacob MADACI

Foto por Istock/ Iacob MADACI

Falar de Boa Vista é falar ainda das ruínas do Curral Velho e do Deserto de Viana. Um cenário inóspito e até lunar. Há quem lhe chame de extensão do Saa­ra, no meio do Oceano Atlântico, onde sobressaem dunas de areia branca a perder de vista ao longo de mais de 5 quilômetros de extensão, que fazem com que a Boa Vista ofereça uma diversidade paisagística para além das suas praias paradisíacas.

Cidade Velha, a principal atração de Santiago

Também conhecida por Ribeira Grande de Santia­go, a localidade foi descoberta pelos portugueses em 1460. E, dois anos mais tarde, tornou-se a primeira cidade do mundo construída por europeus nos trópi­cos, mais precisamente por Portugal, tornando-se a primeira capital do arquipélago, título que ostentou até 1770, quando se deu a passagem oficial para a Praia de Santa Maria, a atual cidade da Praia.

A cidade, que tem no mar a sua principal função, foi erigida no século XV para servir de ponto de abas­tecimento para o comércio de escravos entre África e América. A recuperação do centro histórico começou nos finais da década de 1980, financiada não só pela cooperação portuguesa, mas principalmente pela espanhola, que já investiu na Cidade Velha mais de cin­co milhões de euros. Esse dinheiro foi aplicado na res­tauração dos monumentos e das moradias, além da melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes.

Turismo e Esportes Naúticos no Sal

Famosa por suas ondas, e pela riqueza marinha, a Ilha do Sal é o paraíso dos esportes náuticos e, por isso, a mais procurada do país para a prática de vá­rias modalidades. Surf, windsurf, kitesurf, stand-up paddle, mergulho, pesca submarina são só algumas. Não faltam lojas para alugar material e serviços de instrutores para principiantes nas diferentes modali­dades disponíveis em Santa Maria.

FOTO: DIVULGAÇÃO / BOAVISTAOFFICIAL.COM

FOTO: DIVULGAÇÃO / BOAVISTAOFFICIAL.COM

Em pouco mais de 5 minutos de carro, a partir de Santa Maria pode chegar à “Kitebeach”, um paraíso dedicado aos amantes da modalidade, propriedade de um dos ex-campeões mundiais Mitu Monteiro. A Praia de Pronta Preta é também famosa pelas suas ondas, propícias a manobras de Kite e Windsurf.

Como chegar

Cabo Verde Airlines (caboverdeairlines.com) com voos diretos partindo dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Recife e Fortaleza com três frequências semanais. O interessante é que o viajante pode comprar um bilhete para Lisboa, Milão ou Paris por exemplo e fazer um stopover de até 7 dias na ida e ou na volta sem custo adicional no bilhete e conhecer dois destinos em
uma só viagem.

Onde ficar

O Hilton Cabo Verde Sal Resort possui  três restaurantes, dois bares, uma enorme piscina, kids club e ginásio com SPA. O hotel tem 300 funcionários, sendo a maioria formada por cabo verdianos. No térreo, há um complexo com lojas de artesanato e anexo um  cassino que funciona todos os dias e  tornou-se mais um atrativo para quem  visita a Ilha do Sal. O Hilton é a melhor relação custo benefício para quem  deseja hospedar-se numa rede com expertise mundial. Serviço perfeito, instalações modernas, excelente complexo  de turismo náutico, piscinas adulto e  infantil e um serviço de alimentos e bebidas dos mais completos e honestos.

Além disso o empreendimento oferece diárias com farto café da manhã, dis  pensando o modelo tradicional do sistema Tudo Incluído, que acaba prendendo o turista em função dos horários  das refeições incluídas na diária. Além  disso, o hotel oferece uma tarifa mais  competitiva permitindo que o visitante  explore mais as atrações do local.

Informações: caboverdesalresort.hilton.com 

Texto por: Cláudio Lacerda Oliva. O jornalista viajou a Cabo Verde a convite do Hilton e da Cabo Verde Airlines.

Foto destaque por Turismo de Cabo Verde

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