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Cânion do Xingó: águas verdinhas e paredões enormes entre Sergipe e Alagoas

15 de julho de 2019

O Cânion do Xingó, no Sergipe, é uma das paisagens mais exuberantes e diferentes do Brasil. Situado a pouco mais de 200 quilômetros de Aracaju, na cidade de Canindé, já na divisa com Alagoas, o lugar forma uma paisagem única, com enormes paredões de milhares de anos e águas verdes cristalinas perfeitas para um mergulho em meio ao sertão nordestino.

Foto por Istock/ marinice

Foto por Istock/ marinice

De agosto até fevereiro é quando ocorre a temporada mais seca da região, proporcionando, em geral, passeios sem chuva. Portanto, essa é a época mais concorrida entre os visitantes, que lotam os catamarãs típicos de passeio pelo rio São Francisco.

Ao todo, são 60 quilômetros de rio navegável, porém, da capital até Canindé o roteiro percorre 17 quilômetros do famoso São Chico até chegar ao quinto maior cânion do mundo, formado a partir do represamento das águas do rio para a construção da Usina Hidrelétrica de Xingó.

Por lá, o cenário formado pelos paredões gigantes e as águas que chegam a até 190 metros de profundidade encanta a todos os visitantes, que podem desfrutar de um mergulho com boias em um espaço protegido por redes. Além disso, é possível praticar stand up paddle nas águas e rapel nos cânions.

Foto por Cleverton Ribeiro/ MTUR

Foto por Cleverton Ribeiro/ MTUR

Entre os pontos mais famosos do roteiro está a Gruta do Talhado, que recebeu esse nome pela forma de suas paredes, que parecem talhadas à mão. Os paredões enormes com rochas areníticas têm diversas formas e um visual muito bonito.

Para conhecer bem de pertinho a gruta, vale a pena fazer um passeio de barquinho menor, que passa bem perto das formações rochosas e suas fendas.

Foto por Cleverton Ribeiro/MTUR

Foto por Cleverton Ribeiro/MTUR

Quem visita o Cânion do Xingó pode, ainda, estender a visita até a cidade alagoana de Piranhas, bastante conhecida por ser rota de Lampião e sua turma. Há, inclusive, uma Rota do Cangaço, que faz tour pelo leito não alagado do rio São Francisco até o local onde os cangaceiros foram mortos.

Texto por: Eliria Buso

Foto destaque por: Cleverton Ribeiro/ MTUR

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