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5 animais raros que podem ser avistados na Reserva Cristalino Lodge (com sorte) | Qual Viagem Logo

Foto por Istock/ Suçuarana

5 animais raros que podem ser avistados na Reserva Cristalino Lodge (com sorte)

25 de maio de 2020

A Reserva Cristalino Lodge, no Sul da Amazônia, no município de Alta Floresta, MT, é um destino excepcional para os amantes da natureza. São mais de 11 mil hectares de área protegida, um espaço seis vezes maior que o arquipélago de Fernando de Noronha, destinado à conservação da biodiversidade. O local é o lar de incontáveis espécies. Algumas, são mais fáceis de serem avistadas pelos turistas durante os passeios monitorados pelos guias do Cristalino Lodge. Já outras, um tanto raras de se ver. Mas não impossíveis.

Confira, por tanto, cinco animais raros que podem ser vistos, com SORTE, na Reserva Cristalino Lodge.

Onça pintada / Puma

Foto por Istock/ Betty4240

Foto por Istock/ Betty4240

Entre as muitas espécies de mamíferos que podem ser observados na Reserva do Cristalino Lodge, a onça pintada e a onça parda (Puma/Suçuarana) são as mais difíceis de serem vistas. Raros e ocasionais encontros ocorrem uma ou duas vezes por ano e, na maioria das vezes, as aparições são registradas apenas por câmeras espalhadas pela floresta dado o seu comportamento recluso. Tanto a onça-pintada, quanto a parda, são os maiores felinos das Américas, respectivamente, e um ótimo indicativo de um ecossistema equilibrado e cheio de vida na região.

Harpia (Gavião Real)

Foto por Fernanda Lenz animais raros

Foto por Fernanda Lenz

Também conhecida como Gavião Real, a Harpia é considerada a ave de rapina mais poderosa do planeta por conta da sua agilidade e destreza. Seu tamanho, assim como as suas majestosas penas pretas e cinzas impressionam tanto pela beleza, quanto pela imponência. De asas abertas, a ave pode chegar a incríveis dois metros de envergadura e pesar até 50 kg. Apesar do tamanho, avistá-la não é uma tarefa fácil graças a sua velocidade. Quem quiser tentar a sorte, de manhã, bem cedo, ou o final da tarde, são os períodos mais indicados para tentar flagra-la pelo céu ou, quem sabe, plena em alguma árvore.

Tamanduá Bandeira

animais raros Amazônia

Foto por Divulgação

Difícil de ser encontrado, em parte pelo risco de extinção, o Tamanduá Bandeira é um mamífero solitário e relativamente grande, com cerca de 2,20 metros de comprimento e 45 kg. É um animal bastante curioso, já que não enxerga bem, é lento e também não possuí dentes. Em compensação, seu olfato é 40 vezes mais poderoso que o dos humanos e a sua língua é mais longa em relação ao corpo que qualquer outro animal, com 60 cm de comprimento. Sua pegajosa saliva, junto com a sua longa língua, aliás, permitem o consumo de até 35 mil formigas em um único dia. Afora isso, o tamanduá-bandeira está adaptado a viver em ambientes e circunstâncias variadas, o que dificulta a observação.

Iara

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Foto por Jorge Lopes

Pouco conhecida do público em geral, a Iara é um mamífero de feição amistosa, mas que não esconde seu lado selvagem. Seu corpo é esguio e alongado e apresenta uma longa e peluda cauda que pode atingir até 47 cm. É um bichinho de hábitos diurnos, que pode viver em pequenos grupos ou isolado. Se locomove bem tanto no chão, quanto nas árvores. Sua agilidade complica a observação desta espécie. Seus hábitos alimentares consistem em frutas, pequenos mamíferos e mel. Este último, aliás, lhe rendeu o apelido de papa-mel.

Garça Real

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Foto por IStock/RichLindie

Sempre na moda, a Garça-real é uma das garças mais bonitas e coloridas do Brasil. Com bico azulado, peito cor de creme, plumas brancas como a neve e um charmoso “chapéu” negro, esta simpática e graciosa ave desfila toda a sua elegância em áreas próximas à água, como rios e lagos. Assim como os outros integrantes dessa lista, gosta de ficar isolada ou em pequenos grupos, mas para dormir, prefere estar sozinha. E, em geral, faz isso sobre as árvores ressequidas, o que a torna mais difícil de ser encontrada na natureza se comparada às outras espécies.

Texto por: Agência com edição Eliria Buso

Foto destaque por IStock/ Karel Bock

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