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MERTOLA, PORTUGAL - JUNE 30, 2016:   The view of Mertola city on the riverside of Guadiana with the bridge over the river on the background. Baixo Alentejo. Portugal

Vale do Guadiana: cinco experiências em meio à natureza alentejana

30 de dezembro de 2019

Com cerca de 70 mil hectares, o Parque Natural do Vale do Guadiana fica no sudeste da região portuguesa do Alentejo, quase na fronteira com a Espanha. Com paisagens magníficas, flora exuberante e fauna que inclui animais majestosos como o lince-ibérico, o grifo e a águia-real, é um lugar perfeito para curtir um dia ao ar livre.

No centro do parque está Mértola, que conta com diversas atrações para amantes de história e cultura. A cidade é um bom ponto de partida para explorar este parque da maior região de Portugal.

Confira abaixo cinco experiências para viver no Vale do Guadiana.

Explorar os caminhos a pé ou de bicicleta

Foto via Divulgação

Foto via Divulgação

Inúmeras trilhas cortam o Vale do Guadiana, levando ao rio e a outros recantos belíssimos do parque. É possível desbravá-las a pé ou sobre duas rodas – de preferência em mountain bike. Há empresas na região que alugam bicicletas e outras que realizam tours guiados pelo parque.

Descer o rio de canoa

Foto via iStock por Miguel Angelo Silva

Foto via iStock por Miguel Angelo Silva

O rio Guadiana é um elemento marcante da paisagem local, e descê-lo de canoa é, além de uma atividade extremamente divertida, também uma maneira de ver de perto vários trechos de natureza praticamente intocada.

Conhecer o Pulo do Lobo

Foto via iStock por Zastavkin

Foto via iStock por Zastavkin

Em meio ao parque, encontra-se esta queda d’água de 20 metros de altura. Os rochedos de suas margens parecem tão próximos que dão a impressão de que poderiam ser atravessados em um único pulo. No estreito espaço entre as rochas, a água corre com rapidez e intensidade, formando um cenário impressionante.

Visitar a Mina de S. Domingos

Foto via Divulgação

Foto via Divulgação

A 18 quilômetros de Mértola, a Mina de S. Domingos foi a maior mina de pirita da Península Ibérica, tendo sido local de trabalho de mais de 1,5 mil mineiros. Está fechada desde 1960, e hoje funciona como um polo de arqueologia industrial. É possível entrar nos edifícios abandonados e também percorrer os caminhos sinalizados da Rota do Minério, que passa também por várias fábricas de enxofre.

Passar o dia na praia fluvial da Tapada Grande

Foto via Divulgação

Foto via Divulgação

A menos de um quilômetro da Mina de S. Domingos está essa excelente praia fluvial de bandeira azul, onde é possível dar um mergulho, andar de canoa e curtir o dia na areia. Por estar às margens de um lago, possui águas calmas. Há uma área gramada, bar e até um anfiteatro ao ar livre para espetáculos.

Texto por Agência com edição de Carolina Berlato

Imagem Destacada via iStock por Zastavkin

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