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Navegar pela Amazônia: uma experiência inigualável

10 de novembro de 2017

Conheça a maior floresta tropical do mundo a bordo do IBEROSTAR Grand Amazon, único cruzeiro fluvial da região.

Poder observar o céu em toda a sua plenitude, sem poluição ou prédios para atrapalhar, uma planície que esbanja biodiversidade até onde a vista alcança e uma imensidão de água cheia de vida. Respirar um ar que não poderia ser mais puro. Ao acordar, você vai se deparar com tudo isso logo na varanda do seu quarto. Só então vai compreender que está mesmo navegando no coração da Floresta Amazônica.

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

É exatamente essa experiência memorável que o IBEROSTAR Grand Amazon proporciona há mais de dez anos. O navio oferece a comodidade, a segurança e os serviços de um hotel all inclusive de categoria superior, mesmo em uma região mais remota do nosso país. Depois de algumas horas explorando a floresta e em contato direto com a natureza, você pode voltar rapidamente para o navio, jantar em um ótimo restaurante, tomar um banho quente e dormir em uma cama confortável.

Cada uma das 74 cabines tem capacidade para duas pessoas e conta com ar-condicionado (o que é muito bem-vindo no clima quente da Amazônia), banheiro privativo e varanda. Além disso, a bordo há um restaurante, biblioteca, academia, loja de presentes, salão para shows e um deck superior aberto com bar, piscina, jacuzzi, espreguiçadeiras e uma bela vista panorâmica.

Foto por Divulgação / IBEROSTAR / Richard Kohler

Foto por Divulgação / IBEROSTAR / Richard Kohler

Com regime all inclusive, o IBEROSTAR Grand Amazon proporciona aos passageiros refeições completas (café da manhã, almoço, jantar e bufê de snacks), consumo ilimitado de bebidas alcóolicas e não-alcóolicas, frigobar, serviço de quarto, entretenimento a bordo e todos os passeios guiados. A ausência de wi-fi e a inconstância do sinal 3G se mostram como vantagens, pois possibilitam um verdadeiro detox digital.

A oferta gastronômica do navio no Restaurante Kuarup surge como um dos pontos altos da viagem. O bufê é bem variado e, entre algumas opções mais convencionais, surgem toques da gastronomia regional em pratos como costela de tambaqui, caldo de piranha, pirarucu, tacacá, mousse de cupuaçu e bolo de castanha do Pará. Sempre na última noite do roteiro acontece o jantar de gala com o capitão, cujo cardápio é ainda mais especial.

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

Com 82 metros de ponta a ponta, o hotel-navio foi construído em Manaus e projetado para se adaptar perfeitamente à região, sendo desde o início um investimento louvável do grupo espanhol IBEROSTAR. É uma maneira incrível de conhecer esse patrimônio mundial que é a Floresta Amazônica.

Descubra a floresta

Quem tem a oportunidade de visitar a Amazônia passa também a entender um pouco mais sobre esse ecossistema tão especial que se espalha por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados. Ali a natureza mostra todo o seu esplendor: trechos em que o rio chega a ter mais que 5 km de largura, sumaúmas gigantes (árvores que podem atingir 90 metros de altura), pássaros das mais variadas espécies, macacos e bichos-preguiça pendurados nos galhos, botos cor-de-rosa se mostrando sobre a água em um piscar de olhos e uma infinidade de peixes, como piranhas, tucunarés, pirarucus e tambaquis (que têm estampado em suas escamas o desenho do encontro das águas do Rio Amazonas).

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

Ao deixar a cidade de Manaus para trás (ponto de partida e de chegada de todas as viagens do IBEROSTAR Grand Amazon), o navio atravessará uma região em que as estradas são os rios e as canoas motorizadas são o principal meio de transporte. As cidades são substituídas pelos vilarejos dos ribeirinhos (ou caboclos), que aprenderam a tirar seu sustento de um lugar que está em constante mudança. O nível da água dos rios chega a ter uma variação de 18 metros ao longo do ano. Assim, as casas são construídas sobre plataformas flutuantes ou palafitas.

O período das chuvas intensas, ou o “inverno amazônico”, vai de dezembro a junho, quando áreas inteiras da floresta alagam. Já o resto do ano é a seca, sendo os meses de setembro a novembro parte do “verão amazônico”, uma temporada quase sem chuva. O calor é constante.

As paisagens mudam muito entre uma época e outra. Além disso, o Rio Solimões e o Rio Negro proporcionam cenários bem diferentes. O Solimões, de água barrenta, é menos ácido que o Rio Negro, permitindo margens mais férteis e uma maior abundância de peixes. No primeiro, estão as maiores populações ribeirinhas, enquanto que no segundo é possível encontrar comunidades indígenas.

Roteiros, excursões e aventuras

Com saídas durante todo o ano, o IBEROSTAR Grand Amazon oferece dois roteiros diferentes: Rio Solimões (três noites, de sexta a segunda) e Rio Negro (quatro noites, de segunda a sexta). Há ainda a possibilidade de fazer o circuito completo. Cada roteiro tem a sua própria programação de excursões, uma seleção completa das melhores experiências que o turista pode ter na Amazônia. Todos os passeios são acompanhados por guias especialistas na região que conseguem deixar os passeios ainda mais divertidos.

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

Independente do itinerário escolhido, a partida do navio do porto de Manaus é sempre ao pôr do sol, um espetáculo com o céu em tons de rosa, vermelho e laranja. As viagens também acabam com outro show da natureza: o encontro das águas do Rio Negro e do Solimões iluminado pelo sol nascente.

As excursões ao longo do Solimões começam com um passeio de barco a motor pelos igarapés na região do Lago Janauacá. O trajeto por esses braços de rio estreitos e pouco profundos guardam várias surpresas a cada curva: pássaros coloridos, lagartos descansando sob o sol e árvores majestosas. Os turistas também visitam a casa de uma família cabocla, onde aprendem sobre o modo de vida dos locais e experimentam frutas exóticas da Amazônia.

Na região do Manaquiri, acontecem passeios de barco, pesca de piranhas e focagem de jacarés, uma aventura noturna para sair em busca desses incríveis répteis. É também a oportunidade de vivenciar a floresta na total escuridão, ouvindo os sons da noite. O terceiro dia da viagem começa cedo, com um passeio de lancha para admirar o nascer do sol.

A caminhada de duas horas pela selva no Manacapurú é outro ponto alto da viagem. O guia dá uma verdadeira aula sobre as árvores, os animais e a sobrevivência ali, demonstrando que cada planta pode ter propriedades inesperadas, como um cipó que conserva água limpa em seu interior. No Lago Janauari, veja as icônicas vitórias-régias e visite uma casa flutuante onde é vendido todo o tipo de artesanato local. No caminho até lá, há um passeio de barco pelo labirinto de árvores do igapó, a mata alagada. Se tiver sorte, poderá avistar bandos de macacos, preguiças e muito mais.

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

Já a viagem pelo Rio Negro conta com pesca de piranha na região do Rio Ariaú, visita à casa do caboclo no Lago de Acajatuba, caminhada pela floresta, visita ao Museu do Seringal, entre outras tantas excursões. De barco, os passageiros do IBEROSTAR Grand Amazon atravessam as Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo.

Outro passeio é a visita à comunidade de índios Kambeba, que possui uma população de 150 habitantes. Os turistas são recebidos com danças e têm a oportunidade de aprender sobre a vida na floresta e as tradições da tribo. Há também uma feirinha de artesanato com produtos como arcos e flechas, brincos, pulseiras e até guloseimas, tudo feito pelos índios. Mais inesquecível ainda é nadar com os botos cor-de-rosa. Esses simpáticos animais vão em direção ao grupo de turistas que está na água e fazem verdadeiros malabarismos, saltam, passam entre suas pernas e chegam a permitir carinhos e afagos.

Manaus: o que fazer e onde ficar

Seja antes ou depois da viagem a bordo do IBEROSTAR Grand Amazon, não deixe de passar alguns dias em Manaus. Um centro urbano em plena floresta, a capital do Amazonas surpreende com atrações históricas e culturais. Logo na região do porto, confira o interessante mercado de peixes locais e o Mercado Municipal Adolpho Lisboa. Com uma bela arquitetura em estilo Art Nouveau inspirada em Paris, reúne várias lojinhas de artesanato indígena, extratos medicinais feitos com plantas da Amazônia e algumas delícias, como castanhas e bombons.

Foto por Patrícia Chemin

Foto por Patrícia Chemin

No centro de Manaus, o destaque fica por conta do Teatro Amazonas, símbolo máximo do Ciclo da Borracha. Erguido em 1896, é uma construção luxuosa com uma riqueza surpreendente de detalhes, nos moldes das casas de ópera europeias. Continue o passeio pelo entorno do teatro, onde estão o Largo de São Sebastião, várias casas do final do século XIX e o Palácio da Justiça. Vale conferir também o Palácio Rio Negro, antiga sede do governo estadual, e o Palacete Provincial.

Já o Museu da Amazônia, com seus 100 hectares de reserva florestal, abriga um jardim botânico, um lago de vitórias-régias e uma torre de 42 metros de altura para observar a floresta acima da copa das árvores. Depois, vá à badalada Praia da Ponta Negra, um trecho de areia às margens do Rio Negro, ideal para mergulhar nas águas mornas, contemplar o pôr do sol e passear no calçadão reformado.

A cena gastronômica de Manaus está cada vez mais em evidência. Com uma valorização dos ingredientes locais, o premiado restaurante Banzeiro tem no cardápio pratos como costela de tambaqui, filé de pirarucu coberto com banana pacovã e queijo coalho, formiga saúva com espuma de mandioquinha e tambaqui com crosta de castanha.

Como dica de hospedagem, o Holiday Inn Manaus oferece quartos confortáveis, wi-fi gratuito, piscina, academia e restaurante de culinária regional. Ao lado de um dos shoppings da cidade, fica a poucos quilômetros das principais atrações turísticas de Manaus.

Mais informações em: thegrandcollection.com/en/hotels/manaus/grand-amazon

Texto por: Cláudio Lacerda Oliva e Patrícia Chemin. Os jornalistas viajaram a convite da IBEROSTAR Hotels & Resorts.

Foto destaque por: Divulgação / IBEROSTAR / Richard Kohler

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