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Foto por IStock/ grutfrut

Mônaco: Paraíso de milionários e celebridades

19 de maio de 2017

Mônaco é um daqueles lugares que você ama mesmo antes de conhecer. O visual é lindo e tudo por lá transpira charme, luxo e ostentação. É, também, um dos destinos preferidos de celebridades, o que aumenta ainda mais a atração e a curiosidade dos turistas.

Segundo menor país do mundo, com apenas 2 km², atrás apenas do Vaticano. O pequeno principado encrava­do em uma montanha é um velho conhecido dos brasilei­ros. Foi lá que o lendário Ayrton Senna, piloto tricampeão mundial de Fórmula 1, brilhou ao vencer seis corridas em dez disputadas no sinuoso circuito montado nas ruas es­treitas de Monte-Carlo.

Foto por IStock/ OSTILL

Foto por IStock/ OSTILL

Talvez os mais jovens não se lembrem, mas Senna ven­ceu em Mônaco pela primeira vez em 1987. Depois con­quistou cinco vitórias consecutivas (1989 a 1993). Em 1984, assombrou o mundo com sua performance em pistas molhadas, dirigindo um carro inferior aos demais chegou à segunda colocação e com chances de ultrapas­sar o líder da prova, o francês Alain Prost. Tamanha ha­bilidade e desempenho lhe garantiu o apelido de Rei de Mônaco. Justíssimo! Mas a primeira corrida de automóveis nas ruas inclinadas do principado foi realizada muito antes, em 1929. E, a partir de 1950, o GP entrou no calendário oficial da competição.

Mônaco não é famosa apenas pelas provas de F1. O destino oferece muitas outras possibili­dades de lazer e diversão. E sempre com mui­to luxo. É pequeno no tamanho, mas gigante quando o assunto é a renda per capita dos seus moradores. Certamente é o lugar com mais milionários por metro quadrado no planeta. E isso fica claro quando vemos as impressionantes mansões, os incríveis automóveis que circulam por suas ruas cheias de curvas e, principalmente, pelos megaiates atracados em suas marinas.

A história moderna do principado começou em 1215 (século 13), quando teve início a constru­ção da fortaleza que se tornou o atual Palais Princier – residência dos Grimaldi. São mais de 700 anos ligada a essa dinastia descendente de uma importante família nobre de mesmo nome pro­veniente da aristocrática República de Gênova.

Foto por IStock/ RossHelen

Foto por IStock/ RossHelen

Até 1860 viveu sob a tutela da França e não era mais que uma simples vila de pescadores. Ao pas­sar para as mãos dos Grimaldi, Mônaco deu um salto de qualidade no século 20. Transformado em paraíso fiscal, atraiu endinheirados de todo o mundo e embalou com o glamour do casal real Rainier III e Grace Kelly, então estrela de Holly­wood. Apesar de ser sempre lembrado por sua bela e famosa esposa, Rainier III, que reinou por quase 56 anos, foi responsável por reformas na constituição e expansão da economia. Atualmen­te, o principado é comandado por seu filho, o príncipe Albert II, que assumiu a coroa em 2005.

Mas, apesar desse ar de conto de fadas e cons­truções históricas, não se engane, pois também se trata de um destino moderno, que soube ad­ministrar muito bem o seu espaço avançando sobre o mar.

E, o melhor, além, claro da beleza do cenário, sobram atra­ções culturais, opções esportivas e vida noturna agitada.  Por se tratar de um destino “compacto” que se desen­volveu montanha acima, tem diversas escadarias, rampas, escadas rolantes e elevadores para ajudar na locomoção. Algo que por sinal é muito fácil e convidativo, ainda mais por conta da bela paisagem que torna os passeios ain­da mais agradáveis. Outra opção é utilizar os ônibus que percorrem toda a região. Mas há quem prefira alugar um carro de luxo para se sentir “de casa” e circular pelas ruas, percorrendo o famoso circuito do GP de Fórmula 1.

CASSINO DE MONTE-CARLO  

Foto por IStock/ vichie81

Foto por IStock/ vichie81

E, voltando a falar das corridas, quantas e quan­tas vezes já não vimos pela TV os bólidos passan­do em alta velocidade bem em frente ao Cassi­no de Monte-Carlo. Situado na Place du Casino (ou Casino Square), a obra-prima do arquiteto Charles Garnier foi inaugurada em abril de 1863 e concebida ao redor de um átrio de mármo­re cercado por 28 colunas jônicas de ônix. Tão grande quanto o Palácio Real tem 150 metros so­mente de fachada. O lobby de entrada também tem dimensões que impressionam: 30m x 14m e 9m de altura. Os suntuosos salões de jogos são decorados com vitrais, esculturas e pinturas. Aci  ma de tudo um lugar de elegância, seu design contempla relógios e janelas diferentemente de outros pelo mundo.

O magnífico prédio – referência da Belle Époque – incor­pora também a Salle Garnier, que data de 1879. Teatro à italiana em tons de vermelho e revestido de ouro – com bai­xos-relevos e esculturas -, é onde são realizados importantes espetáculos. Ela lembra a famosa Ópera de Paris e é a única com vista para o mar. Seu palco recebe, há mais de um século, montagens líricas internacionais, concertos e balés.

Foto por IStock/ Elenathewise

Foto por IStock/ Elenathewise

O cassino está dividido em quatro grandes salas e dois es­paços privativos – Salle Médecin e Salle Touzet Nord & Sud – para jogadores especiais. Nelas há serviços personaliza­dos e são palcos de eventos mundiais importantíssimos. A aposta mínima nessas salas é de € 25 mil. Em outrasquatro salas super privê para milionários, claro, a aposta mínima é de € 250 mil, mas há fichas de até € 1milhão.

Localizada na entrada, a Salle Renaissance oferece as pri­meiras 50 máquinas caça-níqueis. Também dedicada aos caça-níqueis, a Salle des Amériques combina elegância e paredes decoradas em tons dourados com detalhes em vermelho. Seguindo, a Salle Europa reúne jogos de mesa bem no centro do cassino e sob lustres de cristal. Nele estão os restaurantes Le Train Bleu e Le Salon Rose, que oferecem linda vista panorâmica sobre o Mediterrâneo. Já a Salle Blanche, originalmente concebida como um salão  social, é onde estão os jogos de roletas, Punto Banco, Black Jack, pôquer Ultimate Texas Hold e mesas Trente et Quarante. A casa de jogo abre apenas a partir das 14 horas e o período da manhã é dedicado à visitação pública. Paga-se € 10 tanto para ingressar no cassino como para visita-lo. Crian­ças pagam € 7 somente para as visitas. É possível programar tours guiados com duração de 40 minutos. Do lado de fora não deixe de curtir os jardins e o terraço, onde estão canteiros de flores dos mais variados perfumes.

Foto por IStock/ Elenathewise

Foto por IStock/ Elenathewise

O local onde o Cassino de Monte-Carlo está situado é um dos cartões-postais de Mônaco. A vizinhança não é menos importante. Lá estão também o clássico Hôtel de Paris, famoso por já ter sido locação de muitos filmes, bem como o Café de Paris, onde para tomar um cafezi­nho em suas mesas paga-se € 10. Ao redor da praça, em Cercle d’Or, será impossível não se admirar com as vitrines reluzentes das joalherias e elegantes boutiques de luxo com algumas das mais prestigiadas grifes do mundo. Nes­se momento você entenderá o significado de alto luxo.

CARROS IMPECÁVEIS DA FAMÍLIA REAL

Defina o Cassino de Monte-Carlo como o marco zero do destino e a partir dele descubra os demais atrativos. Cami­nhando em direção ao mar irá se deparar com o Grimaldi Forum, um moderno centro de convenções; a Villa Sauber, uma casa com sinos construída por Garnier; o Museu Nacional e o Jardim Japonês. Este últi­mo, uma autêntica obra de arte com 7 mil m² ao pé do Mediterrâneo, conta com pontes, lagos, peixes e muita vegetação. Localizado próximo ao centro de Monte-Carlo, abre à visitação a partir de 9h, até o pôr do sol.

Foto por Istock/ Domijan

Foto por Istock/ Domijan

Um pouco mais distante – aqui recomendamos pegar um ônibus -, no entorno da Esplanada Rainier III estão três museus que reúnem exem­plares de propriedade do Príncipe de Mônaco: a Exposição do Acervo de Carros Antigos, o Museu de Selos e Moedas e o Museu Naval. No caminho também está o jardim zoológico Ani­malier, que abriga animais como pantera negra, tigre branco, hipopótamo, rinocerontes, répteis e pássaros exóticos.

A coleção privada de carros antigos da realeza monegasca tem mais de uma centena de veículos impecáveis de diferentes épocas – inclusive seis carruagens. Situada nos terraços de Fontvieille reúne veículos oriundos dos maiores fabricantes da Europa e da América. Há um local reservado para o Rei de Mônaco, sim Ayrton Senna, com um capacete original e algumas fotos. E, logo à entrada está um carro de Fórmula 1 utilizado pelo também brasileiro e tricampeão, Nelson Piquet. Abre diariamente entre 10h e 18h e o ingresso é € 6,50 (adultos) e € 3 (crianças de 8 a 14 anos).

O Museu Naval tem acervo com mais de 250 objetos marinhos e modelos de navios famosos, dentre os quais algumas peças provenientes da coleção particular do príncipe Rainier III. Funcio­na diariamente das 10h às 18h (exceto no Natal e no dia 1º de janeiro). O ingresso custa € 4 (adultos) e € 2,50 (crianças de 8 a 18 anos).

Foto por Roberto Maia

Foto por Roberto Maia

O distrito mais moderno do principado é justa­mente este, Fontvieille, um bairro construído so­bre aterro do mar onde estão diversas empresas de alta tecnologia. Na região está um modernís­simo complexo esportivo, onde se destaca o estádio Lou­is II, inaugurado em 1985 e com capacidade para 16 mil pessoas. Outras atrações do lugar são o Chemin des Sculp­tures com obras assinadas por Botero, Arman, Blake, Cal­der e outros escultores residentes de Mônaco; o Jardim de Rosas – em forma de coração – dedicado à princesa Grace e com cerca de 4 mil roseiras de 180 variedades; bem como o Heliporto de Mônaco, onde é possível contratar sobre­voos e, assim admirar do alto toda a beleza do destino.

MEGAIATES,  LUXO E GLAMOUR  

Difícil precisar, mas é possível que a quase totalidade dos visitantes vão ao local da largada do GP. Porém, ao chegar, assim como nós, ficam um pouco decepcionados ao perceber que não há nada indicando o icônico lugar, apenas marcações desgastadas no asfalto. Mas não im­porta, apenas saber que está pisando naquele local que consagrou muitos pilotos já é o suficiente.

Foto por Istock/ prosiaczeq

Foto por Istock/ prosiaczeq

Próximo de onde são montados os boxes da F1, em La Con­damine, está o porto de Monte-Carlo, o Port Hercule. Ali você terá a dimensão exata do que significa Mônaco. Em um pequeno passeio, apreciando o glamour à beira-mar, há um verdadeiro desfile de imensos e luxuosos iates. A rua exclusi­va de pedestres Princesse Caroline leva até o porto, com seus muitos jardins e boutiques. Por ali são oferecidos passeios de catamarãs pela bela baía. Para sentir toda a vibração, pare no típico mercado da Condamine. Uma boa pedida é tomar um vinho em um dos bares localizados no porto.

Seguindo em direção a Moneghetti, o coração de Mônaco, irá cruzar com a Rampe Major e seus portões do século 16. Bem próximo estão algumas vilas do início do século 20 e o parque Princesse Antoinette e suas oliveiras centenárias, além de um minigolfe e brinquedos para as crianças.

Na parte mais antiga do destino está a Praça du Palais e o palácio do príncipe Albert II, em Mônaco- Ville. Vale à pena parar observar a troca da guarda que ocorre diariamente às 11h55. A região reúne uma série de lojinhas de lembrancinhas e propor­ciona uma vista panorâmica. Bem como também garante outros possíveis passeios, é o caso da Ca­pela da Misericórdia (cu-ja primeira pedra foi aben­çoada em 1639) e a Catedral St. Nicholas.

Foto por Istock/ efesenko

Foto por Istock/ efesenko

Esta última, construída em 1875 com pedras brancas de La Turbie, em estilo românico-bizan­tino abriga as sepulturas dos príncipes passados e outros membros da família Grimaldi. A Catedral de Mônaco, como é mais conhecida, também guar­da lembranças de momentos importantes, como o lendário casamento entre Grace Kelly e Rainier III. Da decoração interna, pode-se admirar, em es­pecial, um retábulo do pintor Louis Bréa, datado de 1500, o altar-mor e o trono episcopal em már­more branco de Carrara. Entre os meses de setem­bro a junho, aos domingos, às 10h, são realizadas missas cantadas com os “Os Pequenos Cantores de Mônaco” e “O Coro da Catedral”. O acesso é gratuito, das 8h30 às 19h (18h no inverno).

Considerado um dos mais conceituados do mundo, o Aquário e Museu Oceanográfico de Mônaco é atração para adultos e crianças. Criado em 1910 pelo príncipe Albert I, bisavô de Albert II, e pensado originalmente para ser um palácio voltado à arte e ciência, o espaço abriga cerca de 6 mil espécies marinhas distri­buídas em 90 tanques e lagoas artificiais de até 450 mil litros de água. Entre os animais mari­nhos estão estrelas-do-mar, tartarugas, medu­sas, caranguejos, lagostas, arraias, tubarões, moreias e peixes de todas as cores e tamanhos.

Com uma sala dedicada a fósseis de baleias, que chegam a medir 18 metros de comprimen­to, e aquários que reconstroem habitats natu­rais, é um convite para conhecer e se apaixonar pelo mundo submarino. Ao lado do belo edifí­cio está o Jardim de St. Martin que proporcio­na uma vista do porto e da região. Funciona de abril a junho e setembro das 10h às 19h, julho e agosto até às 20h30, e de outubro a março até às 18h. Não abre no Natal e em dia de GP. O ingresso sai por € 14 (adultos), € 10 (jovens de 13 a 18 anos) e € 7 (crianças de 4 a 12 anos).

Foto por IStock/ SurkovDimitri

Foto por IStock/ SurkovDimitri

O giro cultural continua no Museu de Antropologia Pré- Histórica, onde está uma série rara e inestimável de sepul­turas provenientes dos arredores do principado. Funciona das 9h às 19h entre 15 de maio e 15 de setembro e até às 18h (ou ao cair da noite) de 16 de setembro a 14 de maio. Não abre no dia 19 de novembro e no Natal. O acesso ao museu está incluso no ingresso para o Jardim Exótico e custa € 7 (adultos), € 3,70 (crianças entre 6 e 18 anos) e € 5,40 (+ 65 anos).

Aliás, esse exótico jardim, de 1933, reúne mais de 7 mil espécies de cactos da África e da América Latina, além de outra interessante atração: uma gruta pré-histórica de observação, a 60 metros embaixo da terra.

Na lista dos principais monumentos do destino estão, ainda, o Forte Antoine, uma antiga fortaleza do início do século 18 que se transformou em um teatro ao ar livre; e o Palácio da Justiça, inaugurado em 1930, que, apesar de não estar aberto à visitação, rende belas fotos de sua fachada. Por fim, há também a região das praias chamada Larvotto e La Rousse, a mais residencial.

GASTRONOMIA MONEGASCA  

A ideia que temos de Mônaco de que tudo tem cus­tos elevados cai por terra quando o assunto é gastro­nomia. Claro que há restaurantes caríssimos, porém, o principado oferece opções variadas, contemplan­do grelhados e, principalmente peixes e frutos do mar, devido à sua posição geográfica. Há, também, diversas outras especialidades além da culinária mo­negasca, que sofre influência francesa e italiana.

Foto por Roberto Maia

Foto por Roberto Maia

Entre os pratos mais famosos do destino estão o Stocafi, um bacalhau com molho de tomate e es­peciarias locais; a Fougasse, um tipo de massa com amêndoas e castanhas; a Barbagiuan, uma massa recheada com arroz e abóbora; e a Socca, uma pan­queca salgada.

O famoso Guia Michelin indica seis restaurantes es­trelados em Mônaco – de cozinhas internacionais a um inevitável japonês. São eles:

LE LOUIS XV – ALAIN DUCASSE – Com três es­trelas Michelin, funciona há mais de 20 anos dentro do icônico Hôtel de Paris e tem menu inspirado nas gastronomias francesa e italiana.

JOËL ROBUCHON MONTE-CARLO – Principal res­taurante do Hotel Metropole, é comandado pelo chef Joël Robuchon, maior colecionador de estrelas Michelin do mundo. Detentor de duas, o local ofe­rece cozinha mediterrânea sofisticada e produtos sa­zonais frescos.

LE VISTAMAR – Restaurante do Hotel Hermitage – distinguido com uma estrela – tem gastronomia refinada baseada em frutos do mar. Um dos mais belos terraços de Mônaco tornam a refeição ainda mais agradável.

LE BLUE BAY – Com uma estrela Michelin, o restau­rante confirma sua excelência culinária ao servir pra­tos baseados nos sabores mediterrâneos e da cozinha internacional.

ELSA – Também com uma estrela, a casa comanda­da pelo chef Paolo Sari possui um menu autêntico que privilegia produtos naturais em uma cozinha que acompanha as estações do ano.

YOSHI – Outro restaurante do Metropole, é o primeiro japonês do chef Joël Robuchon. Detentor de uma estre­la, oferece cozinha moderna e saudável. A decoração combina influências japonesas com a elegância do hotel.

Entre outras interessantes opções estão os restau­rante Maya Bay, especializado nas culinárias tailan­desa e japonesa, e o La Chaumière com uma vista incrível do principado e do Mediterrâneo.

Já quem procura opções mais econômicas vale uma visita ao Mercado de Mônaco, com seus restaurantes e cafés tradicionais. Alguns com preços mais acessíveis ainda oferecem uma taça de vinho nos almoços e jan­tares. Lá estão alguns estabelecimentos do Monaco Restaurant Group, como o Mozza, Beefba e La Salière.

Foto por Roberto Maia

Foto por Roberto Maia

Para fechar sua visita ao destino, um clichê como tomar um cafezinho pode ser uma experiência charmosa no principado. Sendo assim, sente-se no famoso Café de Paris, faça seu pedido e, tranqui­lamente, observe o vai e vem frenético de Ferraris, Porches, Lamborghinis, Rolls-Royces e outros car­rões, as elegantes madames desfilando seus sofis­ticados e caros modelitos, os playboys se exibindo e os muitos turistas fotografando tudo o que veem pela frente. Isso é Mônaco!

Como chegar

O Aeroporto International Nice-Côte d’Azur, na França, é o mais próximo, cerca de 30 minutos de distância. O ca­minho mais curto para chegar à cidade francesa é de avião partindo de Paris (1h20) e Barcelona (1h15). Mas há mui­tos outros voos partindo da maioria das capitais europeias. Em toda a Europa há opções de trem, ônibus, etc. Se estiver no norte da Itália, pode ir de carro cos­teando o litoral. A estrada é boa, cheia de túneis enormes e com uma vista do mar mediterrâneo de tirar o fôlego.

Mas nada melhor que chegar a Mônaco de helicóptero. Essa é a opção mais rá­pida, cheia de charme e desembarque à beira-mar, começando a viagem ao me­lhor estilo monegasco. Os transfers de apenas 6 minutos estão disponíveis em várias empresas. Qual Viagem utilizou e recomenda a Monacair (monacair.mc).

Onde ficar

A estrutura turística do país é excelente. Hotéis, dos mais variados estilos, ofere­cem mais de 2,5 mil quartos e suítes, além de serviços e spas impecáveis. Qual Viagem utilizou e recomenda o Fair­mont Monte-Carlo (fairmont.com/mon­te-carlo). Com sete andares construídos sobre o mar parece um navio no coração de Mônaco. O luxo do Mediterrâneo está presente no seu design interior. A atmos­fera do bar e os sabores do restauran­te oferecem uma experiência singular.

Veja, a seguir, os Top 5 hotéis segundo o TRIPADVISOR:

HOTEL HERMITAGE MONTE-CARLO

HOTEL METROPOLE MONTE-CARLO

MONTE-CARLO BAY & RESORT

HÔTEL DE PARIS MONTE-CARLO

PORT PALACE BOUTIQUE HOTEL

Texto por: Roberto Maia e Carolina Maia. Os jornalistas viajaram a convite do Turismo de Mônaco como prêmios con­quistados no Concurso Europa de Jornalismo – realizado anualmente pela Comissão Europeia de Turismo – e conta­ram com a proteção do seguro-viagem Global Travel Assistance – GTA

Confira matéria na íntegra na edição de maio da revista Qual Viagem. Acesse aqui a versão digital.

Foto destaque por IStock/ grutfrut

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