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Foto por Istock/ aliokhin

Cinco cidades imperdíveis para os fãs de rock’n’roll

11 de julho de 2016

No dia 13 de julho de 1985, grandes nomes do rock’n’roll se reuniram em Londres, na Inglaterra, e Filadélfia, nos Estados Unidos, para um megaconcerto que visava arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia. A data ficou conhecida como o “Dia do Rock” em todo o mundo. O estilo musical marcou diversas gerações e conquistou fãs em todos os continentes, ao ponto de algumas cidades ficarem famosas e atraírem turistas por conta de suas bandas. Para os fãs, o ViajaNet preparou um roteiro especial com cinco cidades famosas no mundo do rock. Confira:

Londres (Inglaterra) – Tradição britânica no Rock’n’Roll

Foto por IStock/claudiodivizia

Foto por IStock/claudiodivizia

Rolling Stones, David Bowie, Queen, The Who, Sex Pistols, The Police, Led Zeppelin, Pink Floyd… estes são apenas alguns dos nomes que surgiram na capital inglesa. Não é a toa que Londres está recheada de pontos turísticos musicais. Um dos mais importantes é o Wembley, local que sediou o Live Aid em 1985. Além disso, diversos pubs que serviram de trampolim para esses grupos seguem na ativa, como o Marquee Club e o 100 Club. Por fim, duas ruas são obrigatórias para qualquer turista musical: o 23 Heddon Street, capa do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spider from Mars”, de David Bowie, e Abbey Road, capa do icônico álbum de mesmo nome dos Beatles. Para visitar Londres, o turista desembarca no aeroporto internacional de Heathrow, um dos mais modernos do mundo. A grande maioria dos voos faz uma parada (já na Europa) e a Inglaterra não exige visto para turistas brasileiros.

Seattle (EUA) – Movimento Grunge

Foto por IStock/ dibrova

Foto por IStock/ dibrova

Mesmo estando longe das grandes cidades norte-americanas, Seattle, no estado de Washington, já teria um lugar na história da música por ser o local de nascimento de Jimi Hendrix. Contudo, no início dos anos 1990, foi lar do Grunge, movimento de rock alternativo que atingiu grande sucesso mundial, sobretudo com as bandas Nirvana e Pearl Jam. O turista que quiser conhecer mais sobre este estilo deve visitar o The Crocodille, bar em que todas as grandes estrelas do movimento se apresentaram no início de carreira e que pertence a Sean Kinney, baterista do grupo Alice In Chains, sucesso nas paradas naquela época. Além disso, há o Experience Music Project, anfiteatro em forma de guitarra quebrada e que abriga exposições itinerantes, incluindo uma dedicada a Kurt Cobain. O desembarque em Seattle é no Aeroporto Internacional Tacoma e a viagem costuma ser longa, com duas paradas e trocas de aviões. Além disso, os Estados Unidos exigem visto para brasileiros.

Sidney (Austrália) – o hard rock de AC/DC

Foto por Istock/ africanpix

Foto por Istock/ africanpix

Os irmãos Young nasceram em Glasgow, na Escócia, mas foi em Sydney, na Austrália, que eles nasceram para a música. O AC/DC surgiu em 1973 e segue na ativa, vendendo mais de 200 milhões de álbuns – apenas Back to Black vendeu mais de 50 milhões, tornando-se o segundo disco mais vendido em todos os tempos (atrás apenas de Thriller, de Michael Jackson). Para o fã, três paradas garantidas na cidade: o cruzamento da Erskineville Road e Wilson Street, onde a formação original se encontrou pela primeira vez, o Chequers Nightclub, que abrigou o primeiro show, e o Victoria Park Pool, quando os integrantes começaram a se apresentar fantasiados – incluindo o famoso uniforme escolar de Angus Young. A viagem à  Sydney também é cansativa e envolve um fuso horário de dez horas de diferença. O turista desembarca no Aeroporto Internacional Kingsford Smith e precisa se preparar: há poucas opções de voos, todos com uma ou duas paradas, e também há exigência de visto.

Hannover (Alemanha) – Scorpions: a maior banda alemã de rock

Foto por Istock/ igmarx

Foto por Istock/ igmarx

Capital da Baixa Saxônia, a cidade alemã é reconhecida mundialmente por dois motivos: a grande área destinada a feiras e exposições internacionais e por ser lar do Scorpions, considerada a maior banda de rock’n’roll da Alemanha. Eles surgiram em 1965 e, desde então, venderam mais de 100 milhões de cópias. A influência da banda em sua cidade de origem é grande– até mesmo o time de hóquei no gelo foi rebatizado de Hannover Scorpions em homenagem aos músicos. Além de bares e casas noturnas que serviram de palco para eles no início da carreira, um ponto turístico fundamental é o Helmkehof, arena de eventos que abrigou ensaios do grupo por muitos anos. Há duas opções para chegar até Hannover: ou o turista desembarca direto na cidade por meio do Aeroporto Internacional e faz um voo com uma a duas paradas, ou então desce em Berlim, que possui mais opções de horários, e pega um trem até o destino final. A Alemanha não exige visto para turistas brasileiros.

Brasília (Brasil) – Berço do Rock Nacional

Foto: VelhoJunior via Istock

Foto: VelhoJunior via Istock

A década de 1980 ficou conhecida como a “era de ouro” do rock brasileiro. Grandes bandas despontavam e uma cidade conseguiu reunir nomes que entrariam para a história da música nacional. Brasília foi lar para o surgimento de grupos como Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Raimundos e até mesmo Os Paralamas do Sucesso (que nasceu no Rio de Janeiro, mas se aproximou desta turma). Ainda que a cidade não tenha um roteiro dedicado à memória do rock brasileiro, existem pontos turísticos importantes, como o Boteco Beirute, reduto desses jovens em início de carreira, e o Teatro da ABO (Associação Brasileira de Odontologia), local do primeiro festival de música que reuniu as principais bandas da capital federal. Turistas de outros estados podem pegar aviões com voos diretos ao Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek, o segundo maior do país em número de passageiros.

Com informações: viajanet.com.br

Texto por: Agência com edição Eliria Buso

Foto destaque por Istock/ aliokhin

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