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Bagagem despachada: como economizar em cada empresa aérea

24 de maio de 2017

O burburinho começou lá em fevereiro, mas foi só em maio que bateram o martelo na medida proposta pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que permite a cobrança por bagagens despachadas em voos nacionais. O Brasil era um dos poucos países que garantiam esse serviço sem custo e, agora, alinhou sua operação com a de outras companhias aéreas do mundo todo, cobrando-o à parte.

O metabuscador de voos viajala.com.br, que compara os preços de passagens aéreas, fez um estudo para definir qual política de despacho de bagagens é a mais em conta em voos nacionais.

A análise considerou somente tarifas econômicas aplicadas para clientes básicos das companhias Azul, Gol e Latam, já que a Avianca não cobrará pelas bagagens despachadas por enquanto.

O que mudou?

Em primeiro lugar, o limite de peso da bagagem de mão gratuita, que passou de 5 quilos para 10 quilos.

Em segundo lugar, Latam, Azul e Gol passarão a cobrar pela bagagem despachada entre junho e julho. A Avianca ainda não terá cobrança, mas permitirá, mesmo assim, que a bagagem de mão tenha até 10 quilos.

Mudou para quem?

Para os clientes básicos que costumam comprar as tarifas mais econômicas. Passageiros Premium das companhias e clientes que compram tarifas mais altas terão outras políticas de despacho de bagagens, com gratuidades e vantagens.

Qual empresa me dá mais tempo para despachar minha bagagem de graça?

A Latam. Segundo a empresa, a cobrança da primeira bagagem despachada começará somente em 50 dias, ou seja, no começo de julho. Você tem até lá para despachar uma bagagem de até 23 quilos de graça pela companhia.

A primeira a cobrar pelo serviço será a Azul, para qualquer viagem comprada a partir do dia 1 de junho. A segunda, será a Gol, que cobrará em bilhetes comprados a partir de 20 de junho.

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Quero despachar apenas uma bagagem no meu voo nacional. Qual é o serviço mais barato?

O serviço das três empresas tem, inicialmente, o mesmo preço para compras antecipadas, feitas online: R$ 30 no primeiro volume despachado de até 23 quilos. Mas a Gol já divulgou que, se o serviço for contratado somente na hora do check-in, ele custará o dobro: R$ 60. As outras empresas ainda não anunciaram se terão valores diferentes para contratação antecipada e no balcão.

E se eu despachar mais de uma bagagem em voo nacional? Qual empresa sai mais em conta?

No geral, a Gol, que tem preço fixo já anunciado. O despacho da segunda bagagem de até 23 quilos custará R$ 50 e o da terceira, R$ 60, ambos na compra antecipada (no balcão de check-in, esses valores sobem para R$ 100 e R$ 120, respectivamente).

Na Azul, não será cobrado o despacho por número de volumes e sim, por peso. O primeiro volume de até 23 quilos custará R$ 30, mas qualquer volume ou peso a mais será cobrado como excesso de bagagem. O valor do quilo em excesso da Azul varia de R$10, para destinos próximos, a R$ 30.

Sendo assim, depois de comprada a primeira bagagem despachada de até 23 quilos, uma segunda bagagem de 10 quilos, por exemplo, custaria no mínimo R$ 100 na Azul, caso o voo seja curto, enquanto, na Gol, o serviço comprado antecipadamente vai custar o preço fixo de R$ 50, independente do tempo de voo.

Segundo a Latam, enquanto a primeira bagagem despachada for grátis (ou seja, pelos próximos 50 dias), o valor da segunda bagagem despachada será de R$ 80. A empresa não confirma se esse preço sofrerá alterações depois de julho, quando a primeira bagagem despachada passar a custar R$ 30.

E em voos internacionais, qual é a melhor oferta?

A da Azul, com dois volumes de 23 quilos grátis para qualquer destino. Logo atrás, vem a política da Latam, com um volume de até 23 quilos grátis para viagens na América do Sul, e dois volumes para outros destinos. A Gol é, por enquanto, a mais cara: comprados antecipadamente, o primeiro volume de até 23 quilos custará US$ 10; o segundo, US$ 30; e o terceiro, US$ 45. Comprados no balcão de check-in, os valores sobem para US$ 20, US$ 60 e US$ 90, respectivamente.

E se eu não despachar bagagem?

Nesse caso, a regra é a mesma de sempre: pesquisar e comparar os preços antes da compra. E vale a pena ficar de olho nos sites e redes sociais das empresas aéreas, para acompanhar o possível lançamento de novas tarifas promocionais para quem viaja mais leve.

Fotos: viajala.com.br/divulgação

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