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Museu da Amazônia: desbrave um pedacinho da floresta sem sair da cidade | Qual Viagem Logo

Foto Vanessa Gama/ MUSA

Museu da Amazônia: desbrave um pedacinho da floresta sem sair da cidade

29 de novembro de 2017

Imagine passear por um pedacinho da Floresta Amazônica sem sair da área urbana de Manaus? Essa experiência pode ser vivida no Musa, o Museu da Amazônia. Localizado na zona leste da cidade, o espaço funciona como um jardim botânico dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke.

Foto por Eliria Buso

Foto por Eliria Buso

Fundado em 2009, o museu é perfeito para um passeio educativo e sustentável. Ocupando 100 hectares da fazenda, o museu vivo conta com trilhas de mata nativa que guardam belas surpresas. Destaque para o lago de vitórias-régias – onde descobrimos que a planta aquática é muito mais do que a folha que observamos sobre a água -, o aquário com peixes amazônicos, como pirarucu e tambaqui, e o serpentário – com espécies peçonhentas e não peçonhentas.

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Além disso, entre uma trilha e outra, o que chama a atenção é uma enorme árvore: a angelim-pedra. Com idade estimada entre 500 e 600 anos, a árvore tem 45 metros e é conhecida como “senhor da floresta” ou “deusa maior da Floresta Amazônica”.

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Depois das trilhas, a dica é subir os 242 degraus da torre de observação do Musa. Do alto de seus 42 metros, a torre exige uma vista exuberante do topo das árvores da floresta. De manhã ou no final da tarde, o passeio fica ainda mais especial com o sol nascendo ou se pondo.

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Foto por Vanessa Gama/ Musa

Exposições

O Musa conta também com exposições que retratam a riqueza natural e cultural da região. A exposição Peixe e gente conta histórias do engenho e do imaginário de um povo que vive no Alto Rio Negro.

Foto por Divulgação/ Musa

Foto por Divulgação/ Musa

E neste mês de novembro, foi inaugurada uma nova mostra, a aturás mandiocas beijus, dedicada ao sistema agrícola tradicional do Rio Negro. Entre os objetos expostos, destaca-se a reprodução da casa de forno, com todos os utensílios originais usados para transformar a mandioca em farinha comestível.

Serviço

Endereço: Av. Margarita (antiga Uirapuru), s/n
Horário de funcionamento: Diariamente (exceto quartas-feiras), das 8h30 às 17h (o portão de entrada fecha às 16h)
Quartas-feiras somente por agendamento
museudaamazonia.org.br 

Texto por: Eliria Buso. A jornalista viajou a convite do IHG – Intercontinental Hotels Group.

Foto destaque por Vanessa Gama/ Musa

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