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Viagens de barco são opção para manter o isolamento sem ficar em casa

Após meses de confinamento necessário – cada vez mais necessário, aliás, devido ao descontrole da pandemia no Brasil -, como sair de casa para cuidar das saúdes física e mental sem se expor e sem colocar outros em risco? Viagens em barco podem ser boas alternativas. Alugar um com excelente infraestrutura para servir de lar por alguns dias está cada vez mais fácil.

Alguns dos principais portos de partida na região sudeste são Guarujá (SP), Santos (SP), Paraty (RJ) e Angra dos Reis (RJ). Em Santos, por exemplo, as diárias de uma embarcação com duas suítes, salas de estar, TV e jantar, churrasqueira e bar começam em R$ 4.500.

Foto via iStock por ~User5f9db551_246

Enquanto muitos alugueis já incluem nos valores a taxa referente ao marinheiro, dependendo do pacote contratado podem também ser contemplados outros serviços, como de cozinha e limpeza. Porém, se você pretende pilotar a embarcação por conta própria, algumas burocracias precisam ser levadas em conta. A habilitação náutica pode ser dividida em duas categorias: profissional, que é submetida através de processos seletivos junto à Marinha brasileira, ou amadora, cuja obtenção é muito mais simples.

A psicóloga carioca Nathália Gomes, autora do site Kids2gether, sobre viagens em família, acaba de viver esta experiência. Ficou uma semana em um barco com o marido e os três filhos. Segundo ela, os destinos mais bacanas a visitar no litoral fluminense são o arquipélago de Ilha Grande, com inúmeras e belíssimas praias, como Lopes Mendes, Meros, Saco do Céu e Lagoa Azul; Angra dos Reis, destacando-se a praia Pingo D’Água, o conjunto de Ilha das Botinas, a Praia do Dentista e a Praia Secreta; e a Região dos Lagos, onde ficam as cidades de Arraial do Cabo, Búzios e Cabo Frio. Já no estado de São Paulo, um dos principais destinos náuticos é Ilhabela, onde estão praias belíssimas como Serraria e Feiticeira.

Foto via Divulgação

Nathália dá dicas importantes para quem deseja embarcar nesta aventura. A primeira é levar uma bagagem maleável e pequena, devido à limitação de espaço. O mesmo vale para os alimentos, já que o espaço para armazenamento também é bastante reduzido. E banhos devem ser bem rápidos, considerando que a autonomia dos barcos em relação à água é baixa.

Para ajudar a combater o enjoo, há pulseiras que utilizam a técnica de massagem acupressão e medicamentos específicos. Outro ponto fundamental é respeitar as medidas de distanciamento, evitando desembarques. A melhor pedida mesmo é mergulhar em alto mar.

Mais Informações: www.kids2gether

Texto por Agência com edição de Carolina Berlato

Imagem Destacada via iStock por R.M. Nunes

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