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História, lazer e gastronomia em Berlin

27 de abril de 2016

Imagem destacada – Flickr, autor – Bill Tyne

Herzlich Willkomen! Ou no mais popular português, Bem-vindo! E é justamente assim, como esta saudação que nos sentimos em casa quando pisamos na Alemanha. Embora a língua não seja a mais amigável, os alemães são educados e afetuosos ao tentar se comunicar com os estrangeiros de forma bem atenciosa.

Um dos maiores países da Europa, a Alemanha foi o centro dos maiores acontecimentos do século 20, com as duas grandes guerras e a revolução industrial. Berlin, sua capital, hoje é um centro cultural com uma história viva e exemplo de superação dos momentos mais sombrios da humanidade. A derrubada do Muro de Berlin em 1989, que até hoje tem seus fragmentos preservados pela cidade, fez parte do movimento que torna o país hoje uma das maiores potências do mundo com sua forte economia.

Porém, nem só da história é feita a Alemanha. O país é recheado de orgulhos. A indústria automotiva fabrica alguns dos mais cobiçados carros como Audi, BMW e Mercedes-Benz. A gastronomia é farta, que além dos pratos típicos, tem as tradicionais salsichas e bretezls que combinam perfeitamente com os milhares de tipos de cerveja e vinhos. Ali, no mesmo patamar, está o futebol, a paixão nacional. O que para nós brasileiros não traz boas lembranças depois da copa do mundo no Brasil, mas vamos concordar, eles fizeram a parte deles.

Berlin concentra uma infinidade de atividades de cultura e lazer para atender todos os gostos. Parques, museus, concertos, shows, festivais (e as incríveis feiras de Natal), gastronomia e compras. Apenas uma simples volta a pé pelo centro, para contemplar suas arquiteturas únicas e respirar o ar fresco característico da Europa já faz a cabeça do viajante expandir para novos horizontes.

A cidade é parada obrigatória para quem vai a Alemanha. Sua participação na história contrasta com arte, cultura, tecnologia, boemia e política. As concentrações de vários pontos turísticos fazem o viajante voltar no tempo e se encantar com as transformações que fizeram a cidade hoje ser tão rica em todos os sentidos. Veja a seguir as nossas sugestões para você e sua família aproveitarem ao máximo!

Chegando e Circulando

Voos diretos saem do Brasil para a Alemanha. Entretanto para chegar ao Tegel, o principal dos 3 aeroportos de Berlin, provavelmente o avião fará uma parada em Munique, ou em Frankfurt ou em Dusseldorf. O voo dura aproximadamente 11 horas e a passagem fica em torno de U$ 1200. Aproveite estas escalas para conhecer outras cidades. Munique por exemplo dá acesso à região da Baviera, uma região rica em natureza e com castelos maravilhosos.

Se você já está na Europa, um dos mais fáceis acessos são pelos trens da DB (http://www.bahn.de) ou da Rail Europe (http://www.raileurope.com.br). Por exemplo, um trem de Amsterdam para Berlin, tem duração de aproximadamente 6hrs e custa em torno de 70€. A própria viagem de trem já é um passeio. Vale notar também a precisão dos horários dos trens, muitas vezes com os horários marcados até os minutos. Se o seu trem está marcado para sair as 17h47, ele o fará. Logo esteja na plataforma, pelo menos 10 minutos antes. Mas cuidado para não entrar no trem das 17h42.

Chegando em Berlin, o viajante pode contar com vários modais de transporte. Como na maioria das cidades grandes da Europa, o metrô é o principal e mais fácil meio de transporte. Em Berlin ele é dividido em S-Bahn, metrô de superfície e o U-Bahn, o metrô subterrâneo- (Bahn significa trem em alemão). Você pode facilmente se localizar verificando o sentido que o trem está indo, conforme a parada final. A cidade foi dividida em zonas A B e C, sendo a zona “A” a região central e a C área mais afastada.

Para comprar o ticket, dirija-se às maquinas automáticas (tem função em multi-línguas) dentro da estação e não esqueça de validá-los nas caixas amarelas ou vermelhas nas plataformas antes de entrar no vagão. A tarifa padrão começa a partir de 1,70€ e variam conforme a distância e outras características do passageiro, com desconto para por exemplo estudantes ou passageiros sêniores. Se você pretende passar mais tempo em Berlin, as vezes vale a pena comprar o ticket de 1 dia inteiro (Tageskarte), que custa 7€ e incluem quantas viagens forem necessárias. Ou ainda o ticket de 1 semana que custa 30€. Se você for pego sem um ticket válido, a multa é de 60€.

Com o mesmo ticket, além do metrô, você tem acesso a ônibus, bondes (mais comuns na parte oriental) ou nas balsas. Se estiver muito frio ou chovendo por exemplo, uma boa pedida é pegar os ônibus 100 ou 200 que saem do Zoologischer Garten. A rota pela cidade é praticamente um City Tour.

É notável também, a atenção e a preocupação dos alemães com as pessoas portadoras de deficiência, gestantes e com os mais idosos. As plataformas são sempre acessíveis e bem sinalizadas. Mais informações podem ser acessadas no portal da cidade  (Berlin.de web site: http://www.berlin.de)

Atrações

Embora Berlin tenha um ótimo sistema de transporte, pode-se fazer tudo a pé. As distâncias não são tão longas e caminhando você tem mais acesso à algumas vistas que não teria dentro do metrô por exemplo. Berlin é cheia de detalhes, a beleza da cidade nos enche os olhos de cultura e nos faz enxergar através do tempo. Reserve de 3 a 4 dias para conhecer a cidade com calma e apreciar cada momento.

Viaje conosco através do roteiro a seguir.

Uma sugestão é começar pela Potsdamer Platz, a região antes da queda do Muro não pertencia a ninguém. Hoje é onde está localizado o Sony Center, um complexo moderno que conta com um shopping center, restaurantes, cafés e cinemas. Um ótimo local para almoçar e fazer algumas compras. Perto dali está a Kollhoff Tower, onde pode-se subir de elevador panorâmico e ter uma linda vista do lado leste de Berlim. O ticket adulto custa 6,50€ e para crianças abaixo dos 6 anos é grátis.

Potzdamer Platz - fonte: Flickr

Potsdamer Platz – fonte: Flickr. autor – Kal Lieblsch

 

Subindo um pouco ao norte, na Cora-Berliner-Straße, está o Memorial aos Judeus Mortos da Europa (Denkmal Für Die Ermordeten Juden). Monumento composto por 2.711 blocos de concreto, com alturas variando de 20cm a 4m80, que dá a conotação de um campo ondulado de pedras, em homenagem aos 6 milhões de judeus mortos pelo Nazismo durante o Holocausto. O projeto foi construído para sensibilizar uma intranquilidade que fatalmente se sente quando se anda pelo labirinto dos blocos. Nos faz refletir sobre a nossa natureza humana e pelos erros cometidos no passado.

 

Memorial aos Judeus Mortos da Europa  - fonte: The Explorer

Memorial aos Judeus Mortos da Europa – fonte: The Explorer

 

Continuando ao norte, na Pariser Platz, está o Brandenburger Tor (ou Portão de Brandemburgo). É um dos cartões postais da cidade, foi construído em 1788 por Carl Gothard Langhans. É também o último portão de 14 que eram utilizados como entrada e saída da cidade. Na época pós-guerra, foi utilizado também para separar a Alemanha Ocidental da Alemanha Oriental. A escultura no topo é a Quadriga ou Siegegottin que foi roubada por Napoleão Bonaparte ao invadir Berlin em 1793 e foi devolvida em 1806. Aqui neste local vale dizer que podem-se encontrar alguns estudantes que trabalham como guias turísticos. Eles fazem um tour por uma rota definida, dando muitas explicações do local e sua história. No final do passeio eles pedem uma contribuição, caso você possa ajudar e tiver gostado do passeio. Você não é obrigado a pagar, mas toda a ajuda é válida pelo esforço deles.

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Pariser Platz – fonte: Flickr, autor – Axel Kuhlmann

 

Seguindo um pouco mais ao norte na Platz der Republik, está o Reichtag (Parlamento Alemão). A construção é de 1884, foi incendiada durante o nazismo e reconstruída na década de 90. Até virar a sede do parlamento, foi utilizada apenas como local de exibições. O acesso é gratuito.

Reichtag - fonte: Flickr

Reichtag – fonte: Flickr, autor – IK´s World Trip

 

Próximo dali, estão a Franzöisischestrasse e a Taubenstrasse, onde está localizada a praça Gendarmenmarkt. Uma das mais belas praças da Alemanha, contém três prédios clássicos, sendo duas catedrais idênticas e um teatro. As Catedrais foram construídas no início dos anos 1700 em homenagem ao bom relacionamento entre Alemanha e França. Uma é a Französishe Dom (Catedral Francesa), foi a principal igreja da comunidade protestante francesa. Dentro está o Museu dos Huguenotes, a entrada custa 3€. Já a Deutscher Dom, tem um museu com entrada gratuita que mostra o desenvolvimento do parlamentarismo Alemão. O teatro, o prédio mais imponente da praça, é uma casa de concertos (Konzerthaus), e foi reconstruído depois da Segunda Guerra. Vale a pena conferir a programação pelo site – http://www.konzerthaus.de. Quem sabe você não assiste a uma obra de um dos grandes mestres Alemães como Bach e Haendel?

Gendarmenmarkt, Flickr - autor

Gendarmenmarkt – fonte: Flickr. autor –  K.H. Reichert

Se estiver viajando próximo ao Natal, geralmente nesta praça acontece uma Weihnachtsmarkt, isto é, uma feira de Natal. Um lugar cheio de barraquinhas com comidas típicas, guloseimas, lojinhas e outros artigos natalinos característicos. A decoração costuma ser impecável e é um ótimo programa principalmente para a noite quando as luzes estão acesas. E por falar em guloseimas, pode dar uma esticadinha até a Fassbender & Rausch Chocolatiers, na esquina da Charlottenstrasse com a Mohrenstrassse. Mesmo se você não for fã de doces, vale a pena visitar para ver os monumentos de chocolate.

Volt2011

Weihnachtmarkt – Flickr autor – Volt2011

 

Para finalizar o dia, no final da Friedrischstrasse, está o Checkpoint Charlie, o antigo posto militar onde se atravessava a fronteira entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental durante a Guerra Fria. O nome foi dado pelos aliados, assim como outros nomes foram dados a outros postos como este. O que no passado era um local que envolvia muita tensão, hoje é um local com bares e lojas de souvenires. Lá também está o Museum Haus am Checkpoint Charlie, que conta a história do Muro de Berlin naquele ponto. Contém uma amostra de fotos, filmes e documentos, alguns mostrando escapadas bem-sucedidas e outras nem tanto.

Checkpoint Charlie - fonte: Flickr

Checkpoint Charlie – fonte: Flickr – autor: Wilhelm Rosenkranz

 

Falando do Muro, que tal começar o novo dia de viagem com um banho de história, fazendo uma visita a um dos poucos resquícios do Muro de Berlim, mais conhecido entre os alemães como o Berliner Mauer. O muro foi erguido em 1961 e foi utilizado para separar capitalistas dos socialistas em mais um dos momentos polêmicos pelos quais a Alemanha passou. A queda do muro, 28 anos mais tarde em 1989 simbolizou uma nova era com a reunificação do país. Os destroços ainda podem ser vistos em vários pontos da cidade:

 

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Vista do East Side Galery – fonte: Flicker, autor: Cristian Lohan Stefanescu

 

No East Side Gallery, que passa pela avenida Mühlenstrasse, pode-se ver cerca de 1.300 metros de muro que margeiam o rio Spree. Esta parte do muro é interessante pois toda sua face leste foi pintada por diversos artistas tornando-o uma galeria ao céu aberto. A arte pintada remete à esperança e também à opressão vivida na época. Outro local imperdível é no Berlim Wall Memorial (Gedenksätte), na Bernauer Strasse. Ali ainda permanece uma guarita onde ficavam os guardas da DDR (Deutsche Demokratische Republik) que faziam a vigia e tinham ordens para executar quem tentasse transpassar o local. Outra atração é o Mauerpark, também próximo à Bernauer strasse), que atrai turistas pelas seções grafitadas.

Muro de Berlin, vista do

Muro de Berlin, Berlin Wall Memorial – fonte: The Explorer

 

Mais algumas partes do Muro podem ser vistas no bairro de Wedding, ao norte da Alexander Platz, outra dentre as mais famosas praças de Berlin. O local foi alvo de bombardeios durante a Segunda Guerra e hoje é um grande centro empresarial. Entre as atrações da praça está a Fernsehturm, a famosa torre de televisão com 365 metros de altura, onde se tem uma visão 360º da cidade. Tickets começam a partir de 13€. Além da torre, estão o Weltzeituhr, um relógio que mostra as horas no mundo e o chafariz Brunnen der Völkerfreundschaft que celebra a amizade entre os povos.

Fernsehturm - fonte: Flickr

Fernsehturm – fonte: Flickr, autor: Olivier Bruchez

 

Perto dali, na Rathaus strasse, está a Rotes Rathaus, o prédio vermelho da prefeitura – (Rot, vermelho, Rathaus, prefeitura). Seguindo adiante, às margens do rio Spree, está o Nikolaviertel, o bairro mais velho de Berlin – o berço da cidade no século 13. Foi reerguido na década de 80 depois de ter sido praticamente todo destruído na Segunda Guerra, exceto pelo Nikolaikirche, o mais antigo edifício do bairro de 1230. Antes era uma igreja e hoje funciona um museu de arte medieval com entrada gratuita.

Prédio da prefeitura - Rotes Haus - fonte: Flickr

Prédio da prefeitura – Rotes Haus – fonte: Flickr, autor – Christian Stock

 

Outro cartão postal de Berlim próximo, é a Berliner Dom, a Cathedral de Berlim. Foi construída em 1894 e já foi a maior igreja protestante do sec.19. Abriga uma cripta com 100 tumbas da família Hohenzollern. Para os atletas de plantão, podem subir 270 degraus para ter uma vista literalmente “de tirar o fôlego”. Entradas a partir de 7€. Não é recomendado para quem tem problemas de saúde.

Berliner Dom - fonte: Flickr

Berliner Dom – fonte: Flickr, autor: Till Krech

E seguindo em direção à rua Unter den Liden, está a Bebelplatz, praça que ficou famosa no histórico e sombrio evento onde livros eram queimados na época do Nazismo. No mesmo espaço, contraditoriamente, está a Universidade de Berlin.

Bebelplatz - fonte: Flickr

Bebelplatz – fonte: Flickr, autora: Kisti Nihi

 

E para fechar com chave de ouro, seguindo a Unter den Liden sempre em frente, ira avistar a Siegessäule (Coluna Vitória), que fica bem no meio da Grosser Sterne, a rotatória por onde circulam diariamente milhares de carros. Nem tente pensar em atravessar a rua! Existem algumas passagens subterrâneas para chegar até lá. A coluna, tem 67 metros de altura e no topo uma estátua dourada de uma mulher. Sua orientação não é casual. Ela está voltada para a França. O monumento celebra a vitória prussiana sobre os franceses em 1870, e que como consequência resultou na reunificação alemã. Que tal queimar umas calorias nos 285 degraus para ter uma vista surpreendente? Para subir, custa 3€. Também não é recomendado para quem tem problemas de saúde.

SiegessAule - fonte: Flckr

Siegessäule – fonte: Flckr, autor: Mark Healey

Não muito longe, está o Schloss Bellevue, a residência do presidente alemão. Se notar que há uma bandeira hasteada, significa que o presidente (ou a presidenta), está em casa. Não é aberto à visitação.

Schloss Bellevue - fonte: Flickr

Schloss Bellevue – fonte: Flickr, autor: Markus Schinke

Vale incluir no passeio uma visita a outro palácio que fica um pouco fora do centro. O Schloss Charlottenburg, era a residência de verão da rainha Sophie Charlotte. Pode-se visitar suas inúmeras salas e apreciar a belíssima decoração. Existe uma amostra das porcelanas da época. No final da visita vale a pena passar pelo parque atrás do palácio onde estão 24 bustos de imperadores romanos e suas esposas, datados de 1663. Spandauer Damm 20-24. Entradas a partir de 10€.

Berlin

Schloss Charlottenburg – fonte: Flickr, autor: Wiseguy71

A cidade ainda conta com outros vários museus interessantes, como o Topographie des Terrors (Topografia do Terror), que funciona no terreno onde era a central da Gestapo e da SS. Possui uma amostra fotos e documentos, traçando cronologicamente como as ideias monstruosas de Hitler foram postas em prática. Embora mostrem cenas de violência e tortura das etnias perseguidas durante a guerra, faz permanecer viva e constante a memória do holocausto para as antigas e futuras gerações. Niederkirchnerstrasse, 8. A entrada é gratuita.

O Deutsches Historisches Museum (Museu Histórico Alemão), na Unter den Linden, 2 apresenta uma exibição permanente da história da Alemanha, desde a Idade Média aos dias de hoje. Vale a pena visitar o Zeughaus, o edifício principal com sua peculiar arquitetura de vidro desenhado pelo arquiteto leoh Ming Pei, o mesmo da Pirâmide de Vidro do Louvre em Paris. Entradas a partir de 8€.

Já o Jüdisches Museum (Museu Judaico), mostra um pouco da trajetória histórica, social e cultural do judaísmo na Alemanha de uma forma abstrata. Os pontos fortes da exposição são o quarto escuro com o facho de luz representando a esperança nunca alcançada e os vidros estilhaçados que representam os Pogroms – as campanhas de perseguição aos judeus. Entradas a partir de 8€. Lindenstraße 9-14.

Vale também colocar no roteiro, uma visita ao Museuminsel (Ilha do Museu) que fica na Friedrichstrasse. Trata-se de uma ilha no rio Spree com um complexo com 5 museus de arquitetura inspirada nos templos gregos. Os tickets partem de 4€, e o ticket combo 18€.

 

Gastronomia

A gastronomia Alemã é daquelas que fazem o seu humor melhorar como um abraço amigável. Berlin tem alguns pratos e bebidas típicos da cidade, como a Berliner Weisse, uma cerveja misturada com xarope de framboesa, que cai muito bem com um Curry Wurst. O Wurst, é a tradicional salsicha alemã, encontrada em diversos tipos. Bierwurst, Bratwurst, Frankfurter, Wienerwurst, Weisswurst, etc. O Curry Wurst, é uma salsicha fatiada pulverizada com curry. Pode ser encontrado em qualquer quiosque da cidade. Um dos locais mais famosos é o Curry36, na Mehringdamm 36.

Cachorro-quente alemão - fonte: The Explorer

Cachorro-quente alemão – fonte: The Explorer

Outro tipo de fastfood bem popular é o Dönner Kebab. Trata-se de um sanduiche enrolado de pão sírio, geralmente com recheio de carneiro ou frango. Uma sugestão é pegar um Dönner ou uma cerveja e uma salsicha, e sentar em frente a algum monumento histórico e observar o movimento. Respirar um pouco do ar, curtir e pensar que você está na Alemanha.

Berlin

Dönner Kebab – fonte: Foodista.com

E é claro, existem diversas cervejarias, as Biergartens e outros restaurantes onde podes-se provar da culinária alemã, como por exemplo a Brauhaus Südstern. Pode-se fazer um tour e conferir de perto como é produzida a cerveja. Um excelente lugar para comer Schnitzel (carne de porco à milanesa) ou um käsespätzle, uma massa cortada em tirinhas com queijo. E de sobremesa, um Äpfelstrudel, uma torta folhada com recheio de maça. O restaurante fica na Hasenheide, 69. Os preços dos pratos custam em média 8€ e as cervejas 2,50€.

 

Compras

Afinal, o que é uma viagem sem ver o que há de novidades seja na moda fashion ou nos eletrônicos? Berlin é bem servida de lojas de departamentos como por exemplo a KaDeWe (Kaufhaus des Westens), Tauentzienstrasse 21-24. A maior loja da Alemanha, tem tudo o que se possa imaginar. Para os amantes de eletrônicos, a Kaufhof (Alexander Platz, 9) ou a Saturn (Alexander Platz, 3). Para um passeio ao ar livre, a Kürfurstendamm é uma rua cheia de lojas de luxo. O passeio já vale só para olhar a arquitetura dos telhados. Outra atração para compras muito interessante é o Flohmarket, mercado de pulgas, onde se vende absolutamente de tudo usado ou novo. Geralmente acontecem nos fins de semana (Trödelmark, próximo à estação U Fehrbelliner Platz).

 

Berlin, Alemanha – informações gerais:

• Área (em km²): 891,68
• População: 3,5 milhões de habitantes
• Idioma: Alemão (alguns falam inglês como segunda língua)
• Moeda: Euro
• Visto: Para Brasileiros, não é necessário.
• Melhor época para ir: Evite ir no inverno, onde o frio é rigoroso e as temperaturas atingem alguns graus negativos.

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Natan Zekcer

Natan Zekcer

Natan deixou seu trabalho na indústria automobilística para estudar MBA em Londres, onde morou por 2 anos. Sua paixão sempre foi viajar e conhecer o que o mundo pode proporcionar de experiências de vida. Conhecer lugares inusitados; pessoas; outras culturas e as respectivas gastronomias, são os prazeres que lhe enriquecem a alma. Já viajou pelos 5 continentes e desde que voltou ao Brasil, fundou o site The Explorer que tem ajudado viajantes de todo o mundo com roteiros personalizados e dicas de viagem.
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